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TEMA: A PRÁTICA DO BULLYING NAS ESCOLAS DO BRASIL

Durante o regime autoritário de Adolf Hitler, os nazistas excluíam e até mesmo matavam aqueles que possuíam, de alguma forma diferença física, cultural ou religiosa. Desse modo, percebe-se que as diferenças em todo o globo sempre geraram atitudes violentas por parte dos intolerantes, como evidenciado no regime nazista. Analogamente, o Brasil apresenta, atualmente inúmeros casos de agressão e intolerância presentes nas escolas, denominado de bullying. Assim sendo, esse fenômeno tem gerado perdas irreparáveis para as vítimas e tornando-se um efeito dominó para a sociedade brasileira.
Em primeiro plano, o bullying é uma atitude agressiva, intencional e repetitiva. Nesse contexto, o agressor através de constantes ameaças e insultos impõem para a vítima seu domínio, assim tornando a vida de quem sofre essa violência um verdadeiro pesadelo. Nessa perspectiva, o bullying nas escolas pode ser confundido, inicialmente por meio de brincadeiras constantes contra um indivíduo, porém é necessário analisar se existe um princípio de intolerância e violência, podendo gerar no futuro graves consequências para os envolvidos.
Em detrimento dessa questão, o bullying gera danos físicos e psicológicos para as vítimas. Dessa maneira, na esfera escolar os alunos são prejudicados no seu rendimento e na maioria dos casos paralisam os estudos devido aos constantes insultos vivenciados na escola. Além disso, esses indivíduos tendem a viver isolados mediante aos traumas ocorridos em sociedade, assim corroborando para o desenvolvimento de transtornos psicológicos, depressão e pensamentos suicidas. Paralelo a isso, um exemplo marcante do efeito do bullying na sociedade, ocorreu em 1999 em uma escola americana quando um ex-aluno entrou atirando e deixando dezenas de mortos e feridos em resposta ao bullying sofrido naquele ambiente.
Em síntese, torna-se evidente as consequências irreparáveis gerada pelo bullying no âmbito escolar. Diante disso, é dever da escola capacitar a equipe pedagógica para saber lidar e identificar situações de intolerância e agressividade, como também proporcionar psicólogos para amparar os possíveis envolvidos. Além disso, o poder municipal deve promover programas de atendimentos com terapia ocupacional para as vítimas e para os agressores. Com essas ações, certamente, será possível erradicar essa prática das escolas brasileiras.
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