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Na metade do século XX, com a eclosão da Guerra Fria, surge a necessidade de um crescimento em larga escala, por meio de tecnologias nucleares e exploração do meio ambiente em busca de hegemonia e lucro, porém com escasso controle ambiental. Hoje, mesmo com o conceito de sustentabilidade enraizado, ainda se observa a permanência do modo inadequado do uso da fauna e da flora, prevalecendo apenas o desenvolvimento e o lucro. Entretanto, ainda há muito o que se discutir sobre os recentes acontecimentos oriundos da exploração e a irresponsabilidade perante a natureza.
Em primeiro plano, é preciso compreender de que maneira ocorre a exploração de bens naturais. Em 1987 criou-se o Relatório Brundland, documento no qual é concebido o desenvolvimento sustentável (método de suprir as necessidades atuais,sem que falte recursos para as gerações futuras). Apesar disso, ainda se observa a negligência humana na extração de tais bens naturais, por vezes, essa, acaba sendo maior do que o realmente necessário. A exemplo disso é a exploração de madeira na Amazônia, cujo papel de destaque na contenção do processo de aquecimento global, estocando cerca de 90 bilhões de toneladas de carbono, demostrando total irresponsabilidade politica.
Outro ponto em destaque é a atividade social em detrimento da prevenção de desastres. A Noruega, há alguns anos, tem enviado verbas para a redução do desmatamento na Amazônia, consequentemente a diminuição do Aquecimento Global. Todavia, além do aumento da emissão gradativa do CO2, em agosto de 2017 surge a tentativa de permitir a exploração mineral na Amazônia. Existe a necessidade de conscientização da sociedade para o uso adequado do meio ambiente, mantendo um equilíbrio entre o recurso extraído e o tempo de recuperação do meio, junto aos cuidados na infraestrutura extrativa, prevenindo verdadeiras tragédias como o rompimento da barragem da Mineradora Samarco, em Mariana.
Entende-se, portanto, que o problema em voga é bem mais amplo do que aparente e ainda há muito o que avançar para um equilíbrio ambiental. A fim de atenuar o problema, o povo brasileiro deve exercer sua função política ao cobrar do governo medidas de prevenção a eminentes desastres ambientais, por meio de fiscalização em áreas de riscos e de grande atividade extrativa. É importante agregar organizações como os BRICS e a ONU em prol de políticas públicas de regulamentação na utilização de recursos naturais, além de medidas punitivas a empresas responsáveis por acidentes. Apesar de ser um processo longo, é fundamental que se dê o primeiro passo para que a responsabilidade condiga efetivamente com o ideal sustentável.
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