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Caminhos para combater a epidemia de crack no Brasil
Relativo aos caminhos para combater a epidemia de crack no Brasil é possível afirmar que, um dos primeiros registros dessa substância no país publicada pelos jornais foi em 1991. Hoje, porém, há mais de uma década, sua circulação aumentou, juntamente, com seus dependentes. Nesse contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados: o que leva o indivíduo à usar essa droga e como as tentativas de combates são vistas socialmente.
No que se refere à motivação pessoal do uso do tóxico, cabe pontuar que, no cérebro, é liberado, pelo sistema nervoso central, uma grande quantidade de dopamina, hormônio que dar a sensação de prazer. Nesse sentido, ao se verem na margem da sociedade, praticamente excluídos, utilizam-se, infelizmente, desse meio para fugir da realidade em que se encontram. Uma prova disso está em uma pesquisa feita pela Fiocruz, na qual aponta que, aproximadamente, 80% dos viciados são pessoas negras ou pardas e, geralmente não concluíram nem o ensino médio, ou, não possuem empregos.
Outro aspecto a ser considerado é que, embora a Secretaria de Saúde de São Paulo criara, em 2014, o programa ''Braços Abertos'', que é um grande avanço de combate às drogas, ainda é mal visto pela população. Esse projeto tem como objetivo tirar os viciados de crack das ruas, oferecer empregos e auxiliar em sua liberdade do vício. Porém, a maior parcela da sociedade devido à preconceitos para com esses cidadãos, critica duramente o estado e, muitas ainda alegam que esse programa favorece à compra e ao aumento do uso dessa toxina. Contudo, cabe informar que, foi feita uma pesquisa com os inscritos no projeto e publicada na Carta Capital que afirma a diminuição de seus consumo em cerca de 60%.
Para combater essa epidemia, portanto, urge a necessidade dos Estados incentivarem com recursos à abertura do programa Braços Abertos em outros locais para que se ampliem e levem, dessa maneira, oportunidades aos dependentes químicos mudarem de vida e se libertarem dessa droga. Ademais, é importante que a Secretaria da Saúde propague em rádios, televisões e nas ruas a importância de todos ajudarem à incluir essas pessoas na sociedade para que se sintam reintegradas.
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