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Tema livre

Durante os anos de 1964 até 1985, destacava-se no Brasil a ditadura militar, marcada não apenas por modelos políticos esquerdistas e aversão ao comunismo, mas as questões homossexuais. A homossexualidade era usufruída pelo governo como uma contrariedade aos valores morais estabelecidos pela família tradicional. No âmbito social atual, persevera resquícios de ódio e não fraternidade aos gays e lésbicas quer seja pelo engessado conservadorismo onipresente, quer seja pela violência verbal e não verbal em prática.
Contudo, considera-se uma marca registrada, o conservadorismo moldurado. De acordo com o médico psiquiatra Augusto Cury, o pior escravo não é aquele algemado por fora, mas aquele que não é livre por dentro. Essa citação torna por linear o caráter subjetivo de casais homoafetivos ao trocar contatos em meio a um local cuja a maioria é hétero. Para alguns , ao ver comportamentos induzidos à carícias entre pessoas do mesmo gênero denota certa empatia, enojamento e ódio. Pode-se refletir que tais comportamentos homofóbicos são fruto do escasso diálogo entre os pais para com os seus filhos sobre dado tema ¨homossexualidade¨.
Entretanto, as formas verbais e não verbais de violência são práticas consideradas recorrentes no grupo LGBT. Estatísticas, as divulgadas pelo portal de notícias O Globo, comprovam que uma pessoa é morta a cada 25 horas vítimas de homofobia. Muito além da homofobia, está a capacidade mental de uma pessoa após sofrer agressão física. É muito simples para um homofóbico praticar a agressão, porém é muito difícil para o lesado tentar recuperar sua autoestima e retomar a vida como outrora. Tais homofóbicos sentem-se imperadores da razão ao dizerem que a homossexualidade é ¨transmitida¨ de um indivíduo para o outro, mal sabem que pessoas gays, lésbicas e afins, em sua grande maioria, foram criadas por casais heterossexuais.
Destarte, depreende-se que a ação homofóbica é fruto do engessado conservadorismo onipresente somado aos atos de violência verbal e não verbal. Torna-se imperativo que o governo estadual, na figura do Ministério dos Direitos Humanos acrescido do Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT, deem ênfase para a projeção de delegacias especializadas com fito de agressores serem devidamente punidos, não acarretando em mais casos de homofobia sem a punição aplicada. Ademais, urge que a mídia, por meio de propagandas, efetivem a incorporação das delegacias sendo divulgadas em emissoras abertas de ordem nacional, a fim de levar uma certa segurança para aqueles que dependem dessa efetivação.
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