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Desde o início da Revolução Industrial, no século XVIII, o volume de água potável diminuiu drasticamente, e atualmente o problema tornou-se uma questão mundial. Hodiernamente, de forma notória, observa-se através dos mais variados veículos de comunicação, que o brasil vem enfrentando sérios problemas relacionados à crise hídrica. Com isso, surge a problemática da falta de água nas grandes cidades que persiste intrinsecamente ligada à nova realidade do país, seja pela ineficácia de políticas hídricas, seja pelo consumo exacerbado e inconsequente da agua por parte da população.
É indubitável que as faltas de políticas hídricas nos setores da economia colaboram para o desperdício e poluição desses recursos. Os setores da economia precisam de políticas rígidas, planejamentos e incentivos para frear o excesso e promover o consumo consciente. Outrossim, O maior consumo hídrico no Brasil e no mundo está no agronegócio que corresponde à 70%, segundo o Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Não obstante, a indústria e a mineração consomem 12% de água potável no Brasil e provoca também a contaminação dos rios e mares. Desse modo, evidencia-se a importância de planejamento e políticas adequadas para diminuir o desperdício e conter a contaminação da água.
De maneira análoga, a população brasileira está entre os maiores consumidores de agua potável no mundo. A abundância de rios em terras brasileiras contribui para a falsa impressão de que a escassez seja um acontecimento improvável. Contudo, a crise hídrica em São Paulo é maior em 45 anos e fez o estado de São Paulo aplicar campanhas para reduzir o consumo de água da população paulista por conta do problema que se instaurou. Ainda assim, e com base em dados do uso adequado de água potável do comitê de Meio Ambiente (COMASP), apenas 2% dos brasileiros reaproveitam água para atividades domésticas e apenas 15% dos prédios brasileiros têm sistema de reuso e reaproveitamento para o uso urbano não-potável. Assim, a falta de consciência social frente a questões hídricas contribui para o problema no Brasil.
Entende-se, portanto, que a crise hídrica no Brasil é fruto de políticas públicas adequadas e a lenta mudança na mentalidade social frente à conscientização, agravando o problema. A afim de atenuar o impasse, o Governo Federal deve incentivar e reduzir custos do programa de planejamento do uso e reuso da água no setor primário, secundário e domiciliar, aliado à esfera estadual e municipal do poder, construir estações de tratamento e emitir programas de despoluição dos rios e mares, além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto às emissoras abertas de televisão como forma de estímulo a conscientização da população. Dessa forma, esse problema seria gradativamente minimizado.
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