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Corte nos orçamentos. Falta de equipamentos. Ensino de má qualidade. Ausência de professores. Esses e outros fatores são os que universitários da rede pública enfrentam em sua formação. Ademais, a problemática da diminuição dos gastos com a educação são vistos diariamente em momentos de crise econômica nacional, a qual tem consequências cruciais para o desenvolvimento do país.
A princípio, vale ressaltar a situação caótica das principais universidades do Brasil. Segundo Paulo Mors em entrevista ao jornal Carta Capital, o projeto criado há menos 10 anos de interiorizar os campi, hoje se reflete em não só com o aumento dos gastos, mas também em um ensino de baixa qualidade. Nesse sentido, com a elevação do orçamento em diversos setores além da educação, o Estado implementou um projeto que corta uma parte da verba - até das universidades como foi visto na Universidade Federal do Pará (UFPA), na qual teve um decréscimo de 34% na sua área financeira entre 2016 e 2017 de acordo com o notícia dada pelo mesmo jornal.
Nessa perspectiva, quem tem que conviver com as ações impostas pelo governo são os alunos e professores. O caos vivido por estudantes na universidade como é o caso da Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), é trágico tanto pela ausência de professores com salários atrasados, quanto pela falta de infraestrutura nessas instituições que apesar de ter bons profissionais para repassar conteúdo, é estagnada nas falhas da área de segurança, energia elétrica, água e carência em equipamentos para aulas práticas, como em laboratórios seja de medicina, seja de ciências biológicas.
Fica claro, portanto, que medidas devem ser tomadas para combater com a negligência relacionada ao sistema universitário brasileiro. Dessa forma, é indispensável a participação do Ministério da Educação (MEC) junto a empresas privadas em gerar projetos que tenham por finalidade unificar pólos universitários em áreas que contenham quartos do estudante e estágios garantidos para alunos de acordo com uma média escolar, a fim de não só dar moradia para os que saem de outras regiões, mas também custear suas despesas mensais. Assim como, o Estado deve tratar a educação de maneira prioritária com mais investimento, visto que a diminuição dos gastos possibilita melhores condições para seja para o pagamento dos professores, seja para bancar a infraestrutura. Talvez dessa maneira, não se veja mais casos como o ocorrido nas melhores universidades do país.
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