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É notório que a prática de bullying no Brasil vem se tornando cada vez mais evidente, principalmente nas escolas, visto que é crescente o número de casos relatados pelas mais diversas causas: inveja, egocentrismo, influência midiática e/ou ambiente familiar ruim. Como consequências, os indivíduos afetados têm sua auto estimas prejudicadas, desenvolvendo agressividade, diminuindo seu rendimento acadêmico, apresentando dificuldade em relacionar-se, ou até mesmo pensando em suicídio.
Nesse sentido, tal prática pode até atingir níveis altos de gravidade com mortes dos agressores ou vítimas. É possível destacar casos assim em várias regiões do país, mostrando não ser um problema pontual ou de determinadas localidades. Isso se deve, especialmente, por existirem vários núcleos familiares apresentando problemas internos e à forte propagação de situações de bullying pelas mídias sociais e televisivas. Por isso é urgente buscar meios de controle para a prática de tal ato agressivo.
Aliado a isso, existem os sentimentos inerentes aos seres humanos que são frutos de ambientes desestruturados: o medo e a inveja, que para serem escondidos, travestem-se de coragem e desprezo, tornando-se gatilhos eficientes para ataques que visam mais a defesa que a agressão propriamente dita. Portanto a sociedade precisa dar mais atenção a esse assunto a fim de frear o bullying.
Desse modo, essa prática em nosso país requer medidas educativas e corretivas. O governo pode criar uma lei específica que permita às vítimas acionarem os agressores ou seus responsáveis legais perante a justiça, bem como a escola que foi negligente às sucessivas agressões. Nesse sentido, os colégios devem adotar regras internas rígidas e educativas para combater o bullying, aumentando a vigilância e palestras através de inspetores e monitores. A família tem papel fundamental tanto para evitar de ser um fator gerador de agressores como também na vigilância, acompanhamento e apoio quando em seu seio existirem vítimas. Em especial, a mídia deve apresentar casos em novelas, por exemplo, em que essa prática seja reprimida ou desencorajada. Já as mídias sociais deveriam vetar a veiculação de vídeos que mostram agressão ou revide dos agredidos.
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