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O Brasil é conhecido pela simpatia que trata o visitante estrangeiro, mas são os menos solidários com seus semelhantes quando o assunto é doar sangue. Dados da ONU apontam que o Brasil, apesar de coletar o maior volume na América latina, doa menos que a Argentina e Uruguai. O especialista do setor de saúde, afirma que o Brasil não doa pouco, mas que poderia doar mais. No entanto, as dificuldades podem ser superados quando oferecemos mais informações sobre a doação e deixamos nosso preconceito de lado.

Neste contexto, a falta de informação na mídia intensifica o desconhecimento sobre a importância de doar sangue. Segundo Naura Faria, chefe de atendimento ao doador do HemoRio, a doação de sangue no Brasil ainda é cercada de mitos. As campanhas publicitárias não são frequentes e todas as dúvidas sobre a doação não são explicadas, onde são idealizados mitos entre a sociedade, como por exemplo, ao doarem uma vez, vão ter de doar sempre.

Além disso, a doação de sangue feita por homens homossexuais é um obstáculo. Na legislação, no Art. 64, é dito que homens que tenham mantido relações sexuais com outro homem no último ano não podem doar. Entretanto, a orientação sexual não pode ser o critério de seleção, mas sim a condição de saúde dos indivíduos, uma vez que doenças sexuais também são transmitidas por heterossexuais.

Dessa forma, para melhorarmos cada vez mais nossos números de doadores, é preciso que a mídia realize campanhas informativas sobre a doação de sangue através da televisão, internet ou outdoors, assim como, o Ministério da Saúde (OMS) execute projetos que leve até as cidades especialistas no assunto, que desmistifique a doação de sangue. Por fim, a OMS junto ao governo deve alterar as leis que excluem os homossexuais da doação e invista em tecnologias que controlem com maior rigor se o indivíduo é portador de alguma doença.
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