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Em uma sociedade consciente, o desperdício de comida seria um dos menores problemas a ser resolvido. Entretanto, não é essa a realidade brasileira, uma vez que, o número de alimentos que tem o lixo como destino são alarmantes, causando fome e impactos naturais. Desse modo, faz-se necessária a tomada de discussões e medidas para resolver o impasse.
Primordialmente, é válido ressaltar que o desperdiçamento de mantimentos esta enraizado na nossa sociedade, passando de pai para filho e tal prática gera uma situação de insegurança alimentar nas famílias mais carentes. Destarte, segundo o filósofo Emile Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar dotada de generalidade, exterioridade e coercitividade. Seguindo este pensamento, observa-se que o desperdício de alimentos pode ser encaixado na teoria do sociólogo, uma vez que, se uma criança vive em uma família com tal atitude, tende a adotar a mesma por conta da vivência em grupo. Foi o que revelou o relatório da ONU em 2013, no qual mostrou que no Brasil 3.4 milhões de brasileiros estão em situação de risco alimentar.
Vale ressaltar, ainda, que o desperdício de comida contribui para inúmeros impactos ambientais, como consumo inapropriado de água(cerca de 250 quilômetros cúbicos) e terra (1.4 bilhões de hectares). Soma-se a isso, à emissão de 3.3 bilhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera, onde o mesmo retém calor e é um dos principais causadores do aquecimento global.
Sob outro ângulo, é possível ainda avaliar a resiliência do problema na esfera social ao analisar, segundo a literatura machadiana, aspectos da natureza e éticas humanas. Nesse âmbito, o homem é visto como um ser corrompido e corrupto, no qual, há quase ausência de princípios. Assim, adicionam-se aos fatores supracitados caracteres inatos, logo, atemporais e tendentes à permanência.
Fica evidente, portanto, que o esperdício de comida é um problema grave e persistente, mas que deve ser enfrentado. Portanto, o governo federal deveria criar parcerias com as grandes emissoras de TV e rádio para conscientizar a população de que o desparate de alimentos gera fome e impactos ambientais e o mesmo deve ser evitado. Ademais, o Ministério da Agricultura, Pecuária e abastecimento deveria criar palestras ministradas por agrônomos com o objetivo de orientar os grandes abastecedores sobre o transporte e cultivo correto dos alimentos. Assim, talvez o pensamento pessimista de machado possa ser vencido, o homem concertado e o desperdício de comida, erradicado.
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