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A partir da Revolução Industrial iniciada em 1789, o modelo capitalista começa a adquirir forma e, hoje, é o principal sistema econômico vigente no mundo. Tal sistema tem o lucro como maior objetivo, contudo para isso ocorrer exerce uma grande pressão sobre a natureza, com o objetivo de conseguir cada vez mais matéria prima para suprir a demanda de produção. Dessa forma, há uma preocupação dos ambientalistas a respeito dos possíveis efeitos e desastres ambientais que o processo capitalista pode desencadear.
É preciso ressaltar, em primeiro lugar, a preocupação existente com a nova política ambiental americana. O novo presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump ? que também é empresário- anunciou que não irá cumprir alguns acordos assinados na gestão Obama, entre eles o tratado mundial de emissões de CO2. Para justificar essa nova política, ele utiliza o discurso de que a indústria americana tem de retomar a sua força, e para isso, ele retirou o bloqueio que proibia o uso de carvão mineral em terras federais ? um dos combustíveis fósseis mais poluentes. Dessa maneira, há uma imensa preocupação que outros países possam romper os acordos ambientais, e assim possa gerar desastres ambientais incalculáveis.
Além dessa posição americana, há também a ganância dos empresários. A busca incessante pelo lucro com um menor custo acaba por influenciar em corte de gastos em áreas essenciais para prevenção de acidentes. A prova disso é o acidente que ocorreu na plataforma petrolífera Deepwater Horizon, responsável por vazar milhares de barris de petróleo no Golfo do México, que foi ocasionado por uma tentativa de diminuírem o tempo e os custos de extração. Tal incidente gerou efeitos imensuráveis para a vida marinha local.
Fica claro, portanto, que o sistema capitalista exerce um intenso estresse sobre a natureza, podendo provocar grandes desastres ambientais. Para reverter esse cenário, a ONU em conjunto com os governantes mundiais deveriam pressionar o presidente dos EUA para que regrida em suas medidas, visto que os efeitos das mesmas não são apenas locais, mas sim globais. As agências ambientais federais juntamente com as ONGs do ramo, como o Greenpeace, poderiam realizar constantes e rígidas fiscalizações, para que desse modo evite cortes exacerbados em setores que são essências para prevenção de acidentes e amenização dos impactos e, dessa forma, o capitalismo e a natureza possam coexistir em harmonia.

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