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No Brasil em 2013 centenas de pessoas foram às ruas reivindicar pela questão dos problemas na saúde, sejam eles de hospitais com ausência de estrutura, como a falta de medicamentos e equipamentos para que os médicos trabalhem de maneira conveniente com os pacientes. Ainda que esses direitos sejam redigidos pela Constituição Federal no artigo 196 "A saúde é direito de todos e dever do Estado...", a população busca maneiras para chamar a atenção do governo para que eles garantam esse direito. Nesse sentido, é notável que a saúde pública não é vista como prioridade e faz-se preciso combater essa desatenção, reconhecendo também a importância das reivindicações populares.

A crise econômica é um dos fatores que afetam a saúde pública, pois a situação política atual passa por uma grave tensão financeira e, para conter gastos, os governantes cortam investimentos na distribuição de remédios. De acordo com informações do site G1, em 2016, no interior de São Paulo, em Sorocaba, não tem vacina contra hepatite A, catapora, poliomielite e a gripe, sendo de extrema importância, visto que é uma prevenção e que as crianças, especialmente as mais novas, não podem ficar sem as doses.

Além disso, são inúmeros os casos de desvios de verbas, no qual deveriam ser destinadas aos investimentos na infraestrutura dos hospitais públicos, à compra de produtos médicos e hospitalares. A qualidade do atendimento é fragilizada, pois há casos em que vários pacientes deixam de serem socorridos devido à ausência de macas, máquinas de raio x e equipamentos médicos descartáveis, por exemplo.

Sendo assim, é possível enxergar a necessidade de reivindicar pela valorização da saúde pública no Brasil. Ainda que o país enfrente uma crise, os investimentos na saúde não podem ser cortados, dado que parte dos cidadãos depende dessa assistência. Assim, autoridades do governo precisam diminuir gastos em outras áreas, continuar com a distribuição de remédios e investir na infraestrutura dos hospitais. O governo deve ser mais severo em relação aos casos de corrupção, punindo os envolvidos com a ajuda da mídia, divulgar tais ações para que as denúncias sejam transparentes. Se todas as medidas forem cumpridas não será mais preciso outras manifestações, que assegurem algo já de direito que é uma saúde de qualidade para a população.
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