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A violência urbana no Brasil

A Roma antiga, era considerada uma das cidades mais violentas por suas ruas serem estreitas e escuras. Já no Brasil, a falta de segurança pública e o precário sistema prisional são os principais fatores que acarretam o impasse. É inegável que vivemos dias difíceis, a violência tem envolvido grande parte da sociedade, fazendo milhares de vítimas sendo o principal fator da mortandade dos jovens.
Contudo, o crescimento acelerado e desordenado da população nas cidades originam favelas e periferias acarretando na criminalidade, a ineficiência das políticas de segurança pública contribuem para o aumento da violência. O número de roubos voltou a crescer no Estado de São Paulo segundo dados divulgados pela Secretária de Segurança Pública. O total de casos passou de 25.315 em abril de 2015 para 26.778 no mesmo mês deste ano. Visto que, que as pessoas que residem em comunidades citadas acima, sofrem com a ausência de educação de qualidade, desempregos e baixa renda.
No livro ''Carcereiros'' escrito pelo médico Drauzio Varella expõe o cotidiano dos presos e funcionários, alimentação, higienização precária e insegurança, constituem as penitenciárias brasileiras. Sendo essa a realidade da contemporaneidade. Some-se a isso a baixa remuneração dos policiais enfraquece a segurança, expondo a sociedade ao grave problema. Outrossim, indivíduos encarcerados são privados ao acesso à educação, saúde, etc. A desocupação dos presos permitem a especialização e ingresso nas facções criminosas.
Diante dos argumentos supracitados, medidas fazem-se necessárias para minimizar a problemática. O Governo, portanto, deve investir juntamente com a Secretária de Segurança Pública na capacitação e preparação dos profissionais da área de segurança. Além de remunerá-los de forma justa e precisa, colocando grande quantidade de policiais nas ruas e em penitenciárias. Como também utilizar uma parcela dos impostos arrecadados, na educação, o Ministério da Educação compete em propor palestras de conscientização e combate a criminalidade, nas escolas. Por outro lado, oferecer nos presídios atividades socioculturais proporcionados pelo Ministério da Cultura. Ademais, oferecer cursos técnicos e profissionalizantes aos presos, ajudando na construção de cidadãos dispostos a lutar pela sua reintegração na sociedade.
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