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Tema livre

Desde os processos denominados Revoluções Industriais e a ascensão do capitalismo ,a geração de lixo cresceu exponencialmente nas últimas décadas. A gestão do lixo é um tema muito debatido e polemizado no tecido social. Temas como consumismo exacerbado das grandes metrópoles e desigualdade social atrelada aos trabalhadores informais em lixões devem ser analisados para que o debate não seja esvaziado.
É preciso,inicialmente, observar que vive-se em um capitalismo selvagem em que a mídia impõe diretamente ou indiretamente o que temos que possuir para estarmos "atualizados" com o mundo, trazendo consequências socioambientais gravíssimas para o equilíbrio harmônico da sociedade. A geração de lixo cresce( isto não há dúvidas) ,contudo é fucral que empresas prolonguem a vida útil de determinados aparelhos eletrônicos porque a obsolescência programada também gera malefícios para o meio ambiente. Aumentando-se o lixo eletrônico consequentemente aumenta-se o numero de corpos materiais nos centros urbanos.Percebe-se que é necessário que empresas vejam este ponto e utilizem-se de métodos sustentáveis.
Desdobra-se dessa questão,uma outra,também imprescindível à compreensão do problema: o trabalho informal em lixões a céu aberto. Indivíduos que vivem a margem da sociedade submetem-se a trabalhos subumanos em prol de um salário paupérrimo.Enquanto estes que trabalham em condições precárias e suscetíveis a inúmeras doenças outros que estão em postos superiores lucram por meio da mão de obra dos trabalhadores informais. Sendo assim, é importante que reveja o fator dos lixões nas grandes cidades pois além de ser um lugar propicio para a emissão de gás metano ( que é o causador do efeito estufa) é também um local de proliferação de doenças endêmicas.Deste modo, a mudança de lixões por aterros sanitários seria benéfica para o corpo social .
Mostra-se importante para a reversão desse cenário problemático,portanto,que haja uma autorregulamentação mais atuante do mercado publicitário com o fito de coibir o consumismo em excesso e a criação de "necessidades" que não são de fato necessárias. A atitude estatal de acabar com lixões seria extremamente benéfica para o tecido social. Também cabe o aperfeiçoamento na gestão dos recursos das prefeituras para uma melhor coleta seletiva e administração do lixo. Além disso, como disse Confúcio, " não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros". Sendo assim,o Ministério da Educação deve propor palestras nas escolas públicas,ministradas por ecologistas de suma importância, para abordar sobre questões do lixo na atualidade
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