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Vidas em risco
As duas grandes guerras mundiais de 1918 e 1945 deixaram entre outros legados, o ato da solidariedade e compaixão para reerguer os países atingidos pelas catástrofes. Felizmente, o Brasil não enfrentou momentos hostis de guerra, contudo, lamentavelmente, as faltas desses atos solidários somados a minuciosas informações e também á uma burocracia falha, contribuem para a colocação humilhante de um dos piores países da América Latina em doações de sangue.
Os desafios para obter êxito nos atos solidários caminham desde heranças históricas como até mesmo a pouca divulgação. Segundo o ativista da BBC Brasil, o país investe pouco em detalhamentos sobre as doações, ao passo que, os horários de atendimento e recomendações recebem, infelizmente, mínima repercussão entre as mídias. Outro fator relevante, ratificado pelas Organizações das Nações Unidas (ONU), seria que o Brasil, por não ter enfrentado momentos históricos conturbados, como as guerras mundiais, das quais foram necessitados inúmeros doadores para as transfusões de sangue, não absorveram de maneira eficaz o ato de serem voluntários e praticarem doações sem que sejam momentos em que envolvem os próprios familiares.
Como se os empecilhos citados acima não bastassem, o país colabora com uma burocracia falha, e, além disso, discriminatória. Ainda na década dos anos oitenta, quando houve a epidemia dos vírus HIV causador da AIDS, a doença teria sido detectada com maior frequência em homossexuais, os quais, inclusive, passaram a ser considerados como grupos de risco. Recentemente, sites como A folha de são Paulo, divulgaram pesquisas, ratificando o maior número de casos de AIDS em heterossexuais, o que, infelizmente, não salvou os considerados grupos de riscos das restrições quanto às doações de sangue, inclusive, mediante, essa burocracia errônea, são perdidos anualmente, cerca de 19 milhões de litros de sangue.
Urge, portanto, que medidas devem ser adotadas a fim de combater os obstáculos na doação de sangue no Brasil. Primeiramente, as campanhas devem ser feitas, é imprescindível o aviso repentino em propagandas comerciais de informações básicas aos voluntários tais como horários de atendimentos e recomendações sobre o ato, para isso, a mídia precisa colaborar. Além disso, é preciso suscitar o caráter voluntário, de tal modo que a escola, formadora de valores, molde o pensamento dos alunos, desde novos para a finalidade das doações. E por último, o governo, mais precisamente, o legislativo, reconfigurar, tais burocracias impostas em suas leis, e alterarem as restrições quanto aos homossexuais, ao passo que, a probabilidade de constar doenças transmissíveis na hora da doação independe de orientações sexuais.
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