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A falência do sistema prisional brasileiro não é um problema atual. Contudo, este assunto tem repercutido recentemente por conta das inúmeras rebeliões que têm acontecido pelo país. As quais trazem à tona questões antigas, hoje mais agravadas pelo tempo e descaso do governo.
De acordo com o site do G1, a população carcerária brasileira excede em 270 mil pessoas sua capacidade máxima. Infelizmente, a superlotação não é o único empecilho enfrentado por esse sistema. Em seus livros - "Carcereiros" e "Estação Carandiru" - o médico Dráuzio Varella relata as condições subumanas nas quais vivem os presos por todo o Brasil. Submetidos à estruturas decadentes - prédios com infiltrações e mofo, celas sujas e grades enferrujadas -, alimentação precária e altos riscos para contrair doenças - HIV, tuberculose -, os encarcerados ainda lidam com a crescente violência dentro dos presídios.
Em decorrência disso, a cadeia brasileira não executa o papel que lhe é proposto: reabilitar o dedento para conviver em sociedade. No Brasil, os presos encontram neste ambiente pertubador maneiras de perpetuarem-se no mundo do crime e os estados continuam a ignorar seus deveres constitucionais de zelar pelo bem físico e moral dos presidiários.
Visto isso, fica evidente a necessidade de uma completa reforma desse sistema. É vital que o encarcerado possa viver dignamente durante o cumprimento de sua sentença para que, ao fim da mesma, tenha condições de retornar reabilitado para sociedade. Para tanto, são necessários investimentos da Receita Federal ao ponto de realizarem-se: as reformas para manutenção da saúde e bem-estar do detento (ampliação da segurança, enfermarias eficientes, melhora na estrutura e regimento interno dos edifícios, etc) e criação de cursos técnicos e profissionalizantes que o capacitem para trabalhar e contribuir com o desenvolvimento do país.
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