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Bullying. Essa palavra é usada para descrever fatos e comportamentos que até pouco tempo eram considerados apenas como brincadeiras de mal gosto ou meras piadinhas. No entanto, eles tomaram rumos inesperados; levando à mobilização várias sociedades. No Brasil, essa prática é bastante recorrente nas escolas, e apesar de já termos avançado nas soluções, o caminho a percorrer ainda é longo.
É importante destacar, antes de tudo, que já existe no Brasil leis que coíbem esse tipo de abuso. Em muitos casos porém, elas não saem do papel. Esse sentimento de impunidade torna-se um dos principais entraves na erradicação desse mal, pois quando a punição ao agressor é ineficaz ele é induzido a reincidência.
Somado a essa ineficácia, muitos adotam um discurso que falar de bullying nas escolas é "mimimi", mas os fatos tem provado totalmente o contrário. Em 2011, por exemplo, um jovem invadiu uma escola em Realengo, no Rio, e cometeu uma verdadeira chacina; outro garoto, Daniel Fitzpatrick, de 13 anos, cometeu suicídio após ter sido alvo de intolerância por vário meses seguidos numa escola em Nova Yorque. Sem dúvida, esses fatos provam por si só que a teoria do "mimimi" já foi derrubada.
Fica claro, portanto, que avançamos bastante nesse combate, mas ainda não cruzamos a linha de chegada. Para que isso ocorra é fundamental que a escola se empenhe, promovendo debates de conscientização entre seus aluno e profissionais. O estado fiscalizar e punir com eficácia os infratores ou seus responsáveis. A família, instituição fundamental na formação da criança, deve orientar os pequenos à solidariedade e a união. Somente assim a palavra bullying poderá um dia desaparecer do nosso dialeto.
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