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No Brasil, hoje em dia, tornou-se relevante discutir sobre a equidade de gêneros. Isso se deu porque as mulheres vêm possuindo cada vez mais sabedoria dos seus direitos e das dificuldades de "ser mulher" no nosso país. Porém, apesar da conscientização dessas guerreiras, muitos homens acabam não compreendendo a luta pela igualdade de gêneros e por esse e outros motivos, o preconceito ainda reina entre as pessoas, contribuindo para uma sociedade desigual.
Um dos problemas enfrentados por meninas é a desigualdade salarial. Segundo os dados do Ipea, homens ainda ganham mais do que as mulheres: em 2014, homens tinham o salário médio de R$ 1.831, enquanto as mulheres ganhavam R$1.288. Isso causa um desconforto às brasileiras, pois essa discrepância dos números não as favorece, ao contrário, estampa esse contraste social entre os dois gêneros. Logo, discriminação salarial é apenas um dos grandes meios que impossibilitam a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
A questão do machismo enraizado na cultura brasileira acaba por atrapalhar definitivamente a conquista dos mesmos benefícios entre mulheres e homens. Uma vez que essa supervalorização masculina é responsável por todos os constrangimentos que o sexo feminino encara desde muito tempo como, violência doméstica, agressão física/sexual, objetificação da mulher e entre outros aspectos. Dessa maneira, muitos homens sentem-se amparados por essa cultura machista para continuarem pressionando mulheres em casa, no trabalho, na escola e em várias outras condições.
Para uma transformação efetiva nesse cenário brasileiro, muitas medidas devem ser tomadas. O combate ao machismo é a chave ideal para essa mudança e isso só poderá acontecer através da educação. Sendo essa não apenas a educação escolar, mas também, a educação familiar. Ou seja, se a família e a escola se unirem para ensinarem sobre a igualdade de gêneros, sobre o respeito à mulher, sobre os direitos que devem favorecer não somente os homens, sobre a liberdade de ir e vir feminina, sobre o quanto o assédio sexual e verbal é errado, teremos de alguma maneira uma perspectiva de futuro diferente para o Brasil. Assim, ao erradicar a cultura machista, abrirão portas para uma verdadeira equidade de gênero, mesmo que, infelizmente, não acabe totalmente com todos os infortúnios que muitas mulheres enfrentam, é possível esperar que dados a respeito da violência contra a mulher e entre outros diminuam exponencialmente.
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