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Em 1986, ocorreu na Ucrânia, após uma série de erros humanos, o desastre de Chernobyl, no qual a explosão de um reator nuclear matou milhares de pessoas direta ou indiretamente, causando, também, enormes danos ao meio ambiente. Acontecimentos como esses demonstram a face crítica do desenvolvimento, que, ainda, degrada fortemente a natureza. Diante disso, convém analisar a questão e suas problemáticas.
É notório, em primeiro plano, que a natureza se insere como limitadora no contexto do desenvolvimento. Nesse sentido, para muitos órgãos e empresas, o desejo por lucro choca-se com o tempo de recuperação natural do ambiente. Sob esse viés, essas organizações buscando reduzir custos não investem em medidas de proteção ambiental, causando, assim, acidentes. Exemplo disso, foi o rompimento da barragem em Mariana(MG), no qual os responsáveis, mesmo tendo conhecimento, ignoraram os riscos. Desse modo, percebe-se que a situação é preocupante e precisa ser corrigida.
Todavia, existem percalços que permitem o desenvolvimento sem a devida atenção a natureza. Nessa perspectiva, podem ser vistos como problemas a falta de consciência ambiental de muitas empresas, como também as fiscalizações, que, várias vezes, são ineficazes. Além disso, as políticas de proteção aos ecossistemas, apesar de existirem, na prática possuem falhas. Dessa maneira, a problemática deve ser resolvida, uma vez que, para o sociólogo Durkheim, a sociedade é como um "corpo biológico" com partes interagindo. Assim, qualquer desequilíbrio interno ou externo é maléfico a todo o "organismo".
Fica clara, portanto, a necessidade de caminhos para alinhar o desenvolvimento com a proteção ao meio ambiente. Assim, os Estados devem taxar maiores impostos em produtos de empresas que não possuem programas de recuperação da natureza, para desestimular o consumo e fazer com que esses órgãos invistam em práticas menos danosas. É fundamental, também, a criação de múltiplas instituições de fiscalização para, além de enrijecer a supervisão, dificultar possíveis casos de corrupção. As regras e leis ambientais precisam, ainda, ser ampliadas e, a partir de multas, fechamentos e até prisões, garantidas com mais rigor. A mídia, por sua vez, tem o papel de denunciar toda forma de dano aos ecossistemas e trazer, por meio de reportagens, programas e séries, ao cotidiano dos indivíduos a discussão sobre o assunto.
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