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Desde o período do ''American way of life'' que destacou o período de ufanismo americano, a mulher foi sujeita aderir um esteriótipo de pessoa frágil, dona do lar e objeto sexual. Dessa maneira, ainda com passar do tempo, o pensamento sobre a figura da mulher como ''frágil'' persiste em sociedade como uma ''lei'' irrefutável ao senso comum. Logo, percebe-se que esse cenário de igualdade de gênero é um problema ainda no século XXI.
Em primeiro lugar, é importante salientar o por que a igualdade de gênero é um problema. É notório que o mesmo etnocêntrismo tido pelo europeu no século XVI, sobre a raça do individuo, persiste agora com um panorama divergente entre gêneros; masculino e feminino. Prova disso, é a alienação do sexo feminino em cargos em empresas e salários inferiores aos dos homens. Logo, é irrefutável que o direito estar visando apenas o homem, em detrimento do outro (mulher), inibindo a equidade para ambos.
Além disso, é válido analisar o que impede que esse cenário tenha um fim. Com o advento dos meios informacionais em anexo com a publicidade, a figura da mulher é altamente denegrida dia a dia. Exemplo disso, são os comerciais televisivos mostrando a mulher como um mera serva em bares. Sendo assim, esse cenário corrobora o que estar oculto na visão do senso comum, que seria o machismo.
Fica evidente, portanto, que vários fatores influência a ideia de superioridade de um gênero sobre outro. Em primeira instância, para que esse panorama tenha um fim, é necessário que a família torne-se mais presente durante a formação dos seus filhos enquanto cidadãos, mostrando de forma crítica e humanizada o real valor de ambos os sexos. Logo após, o governo financiar em veículos de comunicação que a sociedade seja unanime, conscientizando-os e deliberando o direito da mulher.
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