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Durante o século XVI, com a implantação da colonização brasileira, iniciou-se a inserção da desigualdade social no Brasil. Essa disparidade se encontrava refletida entre os escravos e os senhores de engenho, sendo agentes cruciais no discernimento iniquo entre as classes, No entanto, pela ótica do século XXI, essa perspectiva desigual resiste estoicamente em virtude da má distribuição de renda somado ao diminuto acesso à educação de qualidade.
Diante desse cenário repugnante, desde a integração da Revolução Industrial no Brasil, desencadeando a mecanização dos serviços, a massa trabalhista foi afetada seja no manejo efetivo dessas ferramentas tecnológicas ou por ser vilipendiada pela substituição do trabalho braçal pelo progresso maquinário. Dessa forma, o desemprego, pobreza e, consequentemente, a desigualdade no âmbito social foi prevalecida. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o Brasil permanece entre os 12 países mais dispares do mundo, além de ser o 75ª país relação ao desenvolvimento humano segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Todavia, tais constatações evidenciam uma exiguidade de uma partilha de renda igualitária. O coeficiente de Gini ? parâmetro utilizado na medição da concentração de renda verifica no Brasil, uma alta concentração de renda para um fragmento populacional.
Em dissonância dessa esfera heterogênea, a ativista paquistanesa Malala Yousafzai afirma que um livro, uma caneta e um professor podem mudar o mundo. Entretanto, o acesso à educação se tornou um instrumento limitado, pois a utilização desse meio no mundo atual está em declínio não sendo um critério primordial na formação humana para uma parcela populacional que não são inseridos nesse paradigma, contribuindo para um declívio profissional e cultural. Os dados do IBGE apontam que aproximadamente 4 milhões de jovens estão omissos da escola e, consoante ao mesmo estudo, a baixa escolaridade dos pais ou responsáveis é uma barreira sociocultural para o acesso de crianças e adolescentes à educação.
Tendo em vista os aspectos observados, em analogia com a obra literária ?O Grande Mentecapo? do exímio escritor Fernando Sabino, pelo qual se evidencia uma seria reflexão acerca da inexistência da equidade social e a busca incessante de condições salubres de vida, é primordial a comodidade da população brasileira socialmente. Sendo assim, a inibição da segregação das camadas sociais poderá ser apaziguada com o auxilio do Governo no fornecimento de subsidio ou relações público-privada com empresas e Ongs como, por exemplo, a ISJB, que atua na área da educação e na promoção da cultura. Além disso, é primordial uma reforma no sistema educacional brasileiro para que a educação seja atingida por todos os brasileiros, principalmente aos que se verificam uma grave exclusão social, e estabelecimento da pobreza , suscitando assim o exercício da cidadania e da igualdade.
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