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Tema: os desafios do combate do trabalho escravo no século XXI

O trabalho escravo pode ser caracterizado por submeter o empregado a jornadas exaustivas, servidão por dívida, além de condições degradantes de trabalho. Nesse contexto, o combate a essa prática apresenta vários desafios. Dessa forma, os obstáculos mais notáveis são a falta de fiscalização do governo, como também a concentração de terra existente no século XXI.
Certamente, a falta de fiscalização tanto do trabalho escravo, como de empresas que compram produtos produzidos por braços escravizados são um problema. Nesse sentido, isso acontece porque, na maioria das vezes, quem utiliza trabalho escravo tem representação política ou participa dela de forma direta ou indireta. Logo, essa participação na política dificulta a ação do poder público em combater e fiscalizar essa prática em fazendas, na construção civil ou em oficinas de costura, entre outros locais.
Hoje, um dos setores que mais concentram braços escravizados é o agronegócio, principalmente na atividade de desmatamento para expansão da fronteira agrícola. Nesse cenário, a concentração de terra e dos meios de produção no campo pelos latifundiários intensifica o problema por gerar grande quantidade de mão-de-obra, o que acaba por levar a supre exploração dos trabalhadores disponíveis. Assim sendo, a reforma agrária é fundamental para amenizar essa questão, pois daria mais opções de trabalho para os indivíduos.
Portanto, o combate ao trabalho escravo deve ser prioridade na agenda de qualquer país. Dessa forma, uma ótima intervenção para essa problemática seria se o poder legislativo criasse uma lei em que confiscasse a terra de quem for flagrado utilizando o trabalho escravo. Por outro lado, a mídia poderia incentivar à denúncia do problema através de propagandas financiadas pelo governo federal. Logo, essas atitudes são essenciais para acabar com o trabalho escravo.
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