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TEMA: A CRISE PENITENCIÁRIA BRASILEIRA

No documentário '' Central '' são relatadas as condições precárias que se encontram os presídios brasileiros, com foco na capital gaúcha. Contudo, a crise carcerária tem se apresentado como um grave problema social no Brasil, logo, é necessária a tomada de medidas que resolvam definitivamente os desafios dessa questão.
Primeiramente, pode-se citar a falha do bem-estar dos detentos. Em razão das rebeliões ocorridas nos últimos anos, centenas de presidiários foram assassinados e mutilados por facções rivais dentro da prisão, muitos que não participaram das confusões foram vitimados. Além disso, dados comprovam que cerca de 41% da população carcerária, segundo a Globo News, são compostas por indivíduos que sequer passaram por julgamento, o que ocasionou na mistura de assassinos e estupradores de fato, com pessoas que poderiam ser inocentes, tal como no seriado Prision Break. É mostrada a trajetória de um homem que foi condenado injustamente e foi colocado no corredor da morte.
Entretanto, diversas circunstâncias dificultam a resolução dos impasses. Para se realizar uma visita a um prisioneiro, é necessário passar por uma revista, com a intenção de evitar a entrada de drogas, armas, equipamentos eletrônicos, entre outros, mas o sistema é falho, vide as inúmeras reportagens que mostram os presos com diversos tipos de aparelhos. Outrossim, convém lembrar da má gestão governamental. O resultado disso são celas superlotadas, com sua capacidade ultrapassada em mais de 100%, o que leva à condições precárias dos detentos, sendo um desacato aos direitos humanos, mas os problemas não estão apenas dentro das celas. Os locais voltados a recreação são, muitas das vezes, apenas um local aberto para o '' banho de sol '', sem nenhum estímulo à práticas esportivas, tarefas a serem realizadas e afins.
Fica evidente, portanto, que medidas são necessárias para resolver os impasses. Segundo o ativista Martin Luther King, toda hora é hora de fazer o que é certo. Então, o Departamento penitenciário Nacional deve investir nos complexos prisionais, aumentando o espaço das celas e implementando atividades pedagógicas e esportivas com os detentos, promovendo uma maior integridade entre os indivíduos, com o intuito de, posteriormente, inseri-los novamente na sociedade. Além de aumentar o contingente de agentes penitenciários em cada setor, a fim de controlar o que entra e sai dos complexos e conter rebeliões.. E que as escolas privadas criem projetos para a comunidade, fomentando acordos com responsáveis por um determinado presídio, implementando um programa que faça a visita de estudantes ao interior do cárcere, mostrando aos alunos que a vida criminosa não compensa.
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