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Desde a antiguidade existem diversas teorias em relação ao corpo humano, como no Egito Antigo, que os corpos eram mumificados logo após a morte, na esperança de retornarem a vida algum dia. Esses equívocos sobre a vida ocorrem até os dias atuais. No Brasil a recusa na doação de órgãos chega a 40%, isso se deve principalmente a falta de informações por parte da maioria e o desconhecimento dos benefícios que esse ato pode gerar na vida de outrem.
O conhecimento científico da humanidade foi quase todo obtido a partir da criação do iluminismo, desde então a evolução nessa área cresce dia após dia, mas é certo que somente uma parcela da população acaba tendo acesso as informações desse meio. A morte encefálica é um mistério para muita gente, fazendo-se acreditar no dito popular de que a morte só se é dada quando o coração para de bater, impedindo a doação de órgãos na esperança que o indivíduo ainda tenha chances de sobreviver.
Somado a isso, o desconhecimento da necessidade do receptor impede que a família do doador em potencial tenha a dimensão da transformação que esse pequeno gesto pode ter. Ainda em vida é possível demonstrar intenção de doação por meio de carteirinha, porém esse processo é muito negligenciado e a vontade da vítima acaba por ser de desconhecimento da família, que é a responsável pela autorização.
Se faz necessário, portanto, que o Ministério da Saúde, aliado as grandes redes midiáticas, vincule propagandas informativas de fácil entendimento direcionada ao público mais leigo, mostrando a necessidade do recebimento de um órgão pelas pessoas que aguardam na fila de transplante, a facilidade de autorização do processo de doação, assim como o de demonstrar interesse ainda em vida, junto a isso a distribuição de cartilhas em postos de saúde explicando o que é a morte cerebral, a fim de desmistificar todo o preconceito e dúvida sobre o tema e salvar ainda mais vidas.

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