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No filme Histórias Cruzadas, retrata uma sociedade após o fim da escravidão nos Estados unidos, onde o país era separado por raças e as mulheres negras, em sua maioria, só tinham as opções de: empregadas domésticas e babas de pessoas brancas. Neste sentido, como na narrativa, os escuros eram tratados inferiormente, o que ascendia a superioridade clara, inserida de forma hereditária, com habitação em problemáticas na cultura e no convívio social.


Em primeira analise, o inicio da escravidão surge com os gregos, pois precisavam de escravos para a construção de seus monumentos, já que os filósofos tinham a função de pensar. Contudo, estes indivíduos não eram "selecionados" por cores, mas sim, por dividas e perdas em guerras. Contraditoriamente, a caracterização negra, foi gerada no Brasil, com o trafico negreiro- exportavam escravos da África para trabalharem nos canaviais- em consequência, a marca de inferioridade do preto, passou a fazer parte da cultura tão agressivamente, que mesmo após a instauração da Lei Áurea ( 1888)-fim da escravidão no Brasil- a herança persistiu, ocasionando uma visão preconceituosa da raça.


Por conseguinte, como em "Histórias cruzadas" a forma que os ex-escravos eram reprimidos pelas mídias, populações e movimentos (Ku Klux Klan), influenciavam nas segregações raciais, semelhantes ao racismo, presente entre os indivíduos. Consequentemente, a intolerância deixou sequelas no convívio social e plantou um ideal de marginalização, o qual é demonstrado em um dos episódios da série Grey´s Anatomy, que a Dr. Bayle ensina ao seu filho negro a não reagir (tentando explicar que não é bandido) ao policial quando for parado na rua. Deste modo, a ficção demonstra que este ato evita a morte do menino, pois devido a sua cor as pessoas associam ao bandido e acaba o matando.


Portanto, para sanar esta superioridade e o preconceito enraizado, é mister que o ministério de educação em parceria com o Governo, através de verbas governamentais, precisam criar nas escolas, gincanas pedagógicas e debates sobre o assunto, afim de causar uma reflexão e desconstruir o julgamento racista. Ademais, corpo midiático, por meio de propagandas deve demonstrar a forma como o ser se sente ao ser tratado com inferioridade, com o intuito de gerar empatia, logo pondo um fim na marca infeliz da sociedade.

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