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Em 1904 , os habitantes do Rio de Janeiro sofreram, pois doenças terríveis, como a malária e a febre amarela, dizimaram muitos cariocas. Em consequência isso, a vacinação tornou-se obrigatória no Brasil, a partir desse episódio, conhecido como ´´Revolta da vacina´´. Hoje, porém, apesar de tal avanço preventivo, a ausência de imunização para todos e a ignorância dos pacientes, em idade de risco, ao recebê-las impedem que vidas sejam salvas.


Primeiramente, o principal descaso preventivo do Estado é limitar a vacinação para pessoas que também podem contraírem doenças. Essa negligente realidade deixou seu irreparável dano, no surto de viroses, dos anos de 2015 e 2016. Neles, muitos adultos, ao não receberem a vacina, infelizmente, morreram de dengue hemorrágica. Nesse sentido, tal problemática, tanto em liberar as doses, quanto em garantir a saúde do povo, dá-se, porque os governantes estão mais preocupados em seguir um calendário de vacinação, que em assegurar o mais importante: o direito constituicional e inalienável a vida,o que é lamentável.


Em ssegundo lugar, as pessoas também são responsáveis por a imunização passiva não trazer seu benefício salvífico. Isso ficou evidente para o Ministério da Saúde, pois muitos idosos negaram-se a receberem a vacina contra a gripe, porque estavam com medo de morrer após a medicação. Nessa situação a ignorância, perpassada por fake news, é uma grande barreira , visto que, o ancião acredita em tais mentiras e se negam a proteção, assim como os revoltosos do séc.XIX, o que é um retrocesso.


Diante dos fatos supracitados, cabe ao Governo, em anos de surtos, alterar o calendário de vacinação contra as viroses, por meio de uma parceria com o Instituto Oswaldo Cruz, para a produção de vacinas em larga escala, objetivando a distribuí-las em todas as faixas etárias. Além disso, também é relevante que os ministérios da saúde e da comunicação realizem a camanha ´´True news´´ , voltada ao idoso, para divulgarem , em horário nobre televisivo e em grupos de whattsap, as vantajens de vencer o medo da agulha. Além do mais, os agentes de saúde devem distribuir novas fichas de vacinação para eles em eventos convidativos, com lanches e palestras, para atrair os anciãos aos postos. Feito isso, a imunização atingirá seu ápice de eficiência : prevenir contra o mal, que não vêm da agulha, nem da injeção.





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