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TEMA: A questão da tecnologia e a substituição do homem pela máquina na área de trabalho.


A terceira revolução industrial ou revolução tecno-científica, permitiu o desenvolvimento de atividades na indústria que aplicam tecnologia de ponta em todas as etapas produtivas. A produção de tecnologia é um ramo que apresenta como um dos mais promissores no âmbito global. Sendo assim, hodiernamente no Brasil, pode-se observar uma falha nesse funcionamento, visto que, há grandes dificuldades em referência à tal inovação invadir cada vez mais o espaço de trabalho do homem. O que advém também, pelo desemprego gerados, além do revés capitalista. É indubitável que o avanço tecnológico e sua aplicação estejam interligados ao desemprego efetuados atuais. De acordo com o inventor e empresário Steve Jobs, "A tecnologia move o mundo ". De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a substituição da mão de obra do homem pela máquina, hompe essa harmonia, haja vista que, embora intensifica o trabalho, cria produtos e mercadorias de maior qualidade para concorrer em um mercado cada vez mais competitivo, mormente, há brechas que permitem o aumento de desempregados. Prova disso, segundo o portal g1, no território nacional, 30 milhões de empregos podem desaparecerem em 7 anos. Desse modo, a prática de uma nova decisão é imprescindível. Tal-qualmente, destaca-se o capitalismo como impulsionador da problemática. Consoante o físico Albert Einstein, "tornou-se aterramente claro que a nossa tecnologia ultrapassou a humanidade." Seguindo essa linha de pensamento, o capitalismo informacional pode ser encaixado na teoria do físico, uma vez que toda essa revolução corresponde sobre a dinâmica socioeconômica, visando gerar mais lucros para os donos, diminuindo a quantidade de trabalhadores, substituindo-os por robôs que possibilitam mais lucros e menos dispesas, agravando o empecilho. Diante desse panorama, antes que os robôs e o capitalismo assumam o controle, é preciso intervir. Logo, cabe o Ministério da Economia e do Emprego, tomar decisões essenciais para reduzir a ausência do trabalho na esfera econômica, mediante palestras, divulgações, investimentos e reformas, a fim de mitigar o paradigma da falta de serviços pra os seres humanos, uma vez que a reforma e o investimento implica na melhoria e na essência dos empregados. Espera-se com isso a importância da flexibilização dos direitos humanos em relação a um trabalho digno.

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