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É fato que desde o seu "descobrimento", tudo no Brasil virou capital estrangeiro, primeiramente pelos europeus, e depois pelos norte-americanos. Diante disso, o país sofre com uma crise econômica que parece cíclica, e embora os governos tentem amenizar, não obtém tanto sucesso, já que precisam de um modelo político-econômico forte para fazer acordos com o exterior. Sob tal ótica, deve-se analisar os fatores que resultam a crise: a corrupção e a entrega de nosso patrimônio.


Primeiramente, vale ressaltar que a corrupção não está apenas no Estado, mas também no mercado financeiro. O sociólogo Jessé Souza, em seu livro "A Elite do Atraso", destaca a corrupção do mercado como sendo a "corrupção real", já que é ela que move a economia e gera grandes impactos no Brasil, como o desmprego e inflação alta. Essa corrupção é dos bancos, de latifundiários e megaempresários que sonegam impostos, com isso grande parte da população é afetada, sobretudo os mais pobres.


Evidentemente, a entrega do nosso patrimônio gera um impacto muito grande na nossa economia, e acaba acirrando a crise. Segundo o ex-economista chefe do FMI, Raghuram Rajan, se o Brasil seguir com políticas entreguistas, daqui uns anos não restará nada de valor, embora seja o país latino-americano com mais riquezas. Ou seja, a venda de estatais não é uma boa saída para a crise, segundo o próprio especialista, pois isso tira recursos que atendem as necessidades do povo menos favorecido e da classe trabalhadora.


Diante do exposto, cabe ao poder Legislativo, criar leis que tenham como objetivo fiscalizar grandes fábricas e empresas, impedindo a sonegação de impostos. Ademais, urge ao poder Executivo, fortalecer nossa política econômica, por meio de tratados com o exterior, mas sem entregar nosso patrimônio, onde todos saiam no lucro. Com isso, deixaremos de ser um país apenas com o forte intervencionismo do capital estrangeiro, para ser um país forte na economia mundial, sem crise.

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