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A supressão da pacificidade em recintos escolares


Evidencia-se, atualmente, um significativo acréscimo no contingente de casos de violência em recintos escolares. Nessa circunstância, o fato da banalização de virtudes morais por parte da sociedade consagra-se como um pressuposto para a efetivação dessa problemática dessa problemática nas escolas, haja vista o princípio do Darwinismo Social, no qual o indivíduo é influenciado pelo meio em que se insere. Ademais, preponderada a falta de respeito, tornam-se frequentes ocorrências de agressões, vandalismo e até de casos massivos contra colegas e, muitas vezes, professores, fato que constata a decadência de profissionais nessa área.


Assim, é plausível designar tais eloquências como realidades instauradas nas escolas brasileiras. Diante disso, é perceptível que o declínio da moral na sociedade do século XXI reflete no comportamento egoísta, hostil e com falta de empatia dos jovens discentes, os quais são espelhos da nação. A priori, é cabível um contraponto da dinâmica da educação com o passado, visto que, antigamente, a afeição perante professores e alunos verificava-se rígido. Como elucidado nas clássicas cenas de filmes, onde levar maçãs para agraciar os docentes era um hábito comum.


Mormente, frente à "selvageria" orquestrada nas instituições de ensino, o medo da repetição de ataques, como os ocorridos em Suzano, São Paulo (2019) e em Realengo, Rio de Janeiro (2011), irradiam na queda do número de educadores e ingressantes em cursos pedagógicos. Isso porque, em muitos casos, eles são vítimas de arremessos de mesas e cadeiras, de agressões físicas e verbais e, inclusive, em situações mais extremas, como nas supracitadas, de homicídios e massacres.


Destarte, percebe-se que a audácia estudantil perpassa a contemporaneidade brasileira. Por isso, torna-se fundamental o pensamento do escritor brasileiro Nagib Anderáos Neto, o qual sugere que a única arma capaz de combater a violência é a inteligência. Portanto, o próprio "palco" da violência, deve atenuar esse impasse. Assim, é necessário a organização de dinâmicas em sala de aula, a fim de promover o diálogo em turma, visando o respeito e a amizade com o próximo. Além disso, é papel da família estimular um ambiente calmo, por meio de afeto, onde o amor possa prevalecer avante o ódio, tendo em vista que o meio em que o ser se insertar modifica-o. A partir disso, confere-se esperança para que os estabelecimentos de ensino tornem a verter pacificidade e segurança para todos que os frequentam.

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