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No século XX um movimento conhecido como, revolta da vacina, marcou o Rio de Janeiro. Hoje o Brasil vive um cenário parecido, não devido a protestos, mas a existência de um mesmo inimigo o mosquito Aedes Aegyps, que ainda é responsável por infectar diversos humanos com vírus de várias doenças. O que nós faz ver que existe ainda na saúde pública uma negligência do governo bem como, ainda falta uma melhor conscientização e boas práticas das pessoas em relação ao problema. Nesse sentido, é viável a busca de soluções para esses acontecimentos.


Primeiramente é essencial destacar, a falta de devida atenção por parte do governo, como contribuinte para essa complicação. Visto que, ao considerar o tempo de predominância do mosquito e suas transmissões, houve poucas medidas de solução. Não sendo desenvolvidos métodos como criação de vacinas, maior fiscalização e punição para donos de lugares com focos. Dessa forma, ao manter apenas as visitações e certas campanhas, não se atinge todo o território, fazendo com durante nesses 30 anos o problema continua-se aumentando e causando surtos cada vez mais graves, como o do Zika associados à microcefalia em 2016.


Igualmente é fundamental enfatizar, a responsabilidade dos brasileiros nessa questão. Pois, muitos ainda ignoram as recomendações e gravidades do problema. Prova disso, é que apesar do aumento de 149% nos índices de dengue em 2019, que foi apontado pelo Ministério da saúde, ainda se encontra milhares de focos do vetor em domicílios. Como também, há o descarte incorreto de recipientes que podem abrigar larvas e ovos. Assim, evidenciamos o dito por Nelson Mandela "que somente a educação pode mudar o mundo", de modo que, enquanto a população não se conscientizar e mudar atitudes o obstáculo existirá.


Fica claro, portanto, a primordialidade em solucionar essa questão. Para isso, o ministério da saúde juntamente com a ANVISA devem criar novos métodos como vacinas para algumas doenças transmitidas, multas e punições para donos de lugares com focos, além de, promover maior conscientização. A última pode ser feita junto às escolas e postos de saúde, por meio de palestras e atividades práticas no combate ao Aedes Aegypis. Assim, o intuito dessas medidas é criar novos métodos de erradicar o distúrbio e também uma comunidade mais ligada e disposta a eliminar o problema. Dessa maneira, a ação no presente é o primeiro passo para um futuro.

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