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A terceira revolução industrial, também chamada de a revolução da informação, foi o marco para o desenvolvimento de novos aparelhos eletrônicos, que se aprimoram constantemente para ajudar e facilitar a vida das pessoas, como é o caso da internet, onde é possível interagir com pessoas independente da distância, além de poder comprar algo com apenas um clique. Entretanto o mundo global, apesar de ter promovido inúmeros benefícios, têm trazido diversos riscos a saúde, quando o uso de tecnologias passa a ser incessante, tendo como consequência a dependência digital, também chamada de namofobia. Em primeiro lugar, vale ressaltar, que a medicina compara a dependência digital como dependência química, já que o indivíduo que usa a Internet de maneira demasiada tem a necessidade de estar cada vez mais conectado, ficando desnorteado quando não está online. Além disso, segundo o site Psicologia viva, no Brasil mais de 10% da população sofre de namofobia e no mundo mais 176 milhões de pessoas são viciadas em tecnologia, transtorno esse que faz o indivíduo se isolar da sociedade, preferindo viver de maneira virtual. Além disso, como está escrito no Livro Vivendo um mundo digital, "Os usuários se distraem com facilidade e esquecem de lidar com o tempo quando estão conectados". Sendo assim, as tantas variedades de aplicativos, tecnologias a palma da mão fazem com que as pessoas entrem em "mundo virtual" sem interações reais apenas virtuais, onde o indivíduo se torma tão dependente daquilo que não consegue viver sem, com isso, principalmente jovens que começam a adquirir aparelhos eletrônicos desde cedo, muitas vezes sem nenhuma orientação de tempo e/ou restrição de conteúdo, que aos poucos adquirem essa "vida virtual" que afeta diretamente o futuro desse jovem gerarando dependência digital desde cedo. Sendo assim, é imprescindível que se tome alternativas para solucionar ou amenizar essa dependência digital. Cabe a Organização Mundial de Saúde (OMS), aprofundar o estudo sobre namofobia, criando novos tratamentos e clínicas de reabilitação especializadas nesse transtorno. Além disso, cabe as empresas, principalmente aquelas que trabalham diretamente com a tecnologia promover palestras de como não se prender a tecnologia e a utilizá - la como auxiliadora, como disse Steve Jobs "O progresso tecnológico move o mundo positivamente".
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