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No século XVIII destacou-se o "mal do século," expresso na segunda geração do romantismo no Brasil, através de vozes poéticas, as quais exaltavam a melancolia relacionada com as desilusões amorosas e o pessimismo extremo. Notadamente, na atual sociedade presencia-se a ascensão do "neo" mal do século, e isso vem interferindo na saúde mental da população, gerando impactos com manifestações em parâmetros econômicos e sociais.


Em primeira analise, 1930, a quebra da bolsa de valores levou os Estados Unidos a uma depressão econômica, a qual atormentou a demanda populacional, causando desemprego e provocando uma falta de esperança, que teve como reagente a propagação do "desvio" psicológico na nação. Neste sentido, hodiernamente os desastres emocionais estão mais assíduos, pois, são influenciados pelos ambientes (trabalho, escola, faculdade) em que os indivíduos convivem, fazendo-os desenvolver uma pré-disposição as doenças (depressão, ansiedade, TOC...) insinuadas pelas implosões das pressões dentro da bolha psicológica. Paralelamente, este ideal problemático, faz ligação com o pensamento do filosofo Emile Drurkheim: a sociedade esta interligada com o ser, afetando suas ações- o que se mostram semelhantes à década de 30 com as influencias socioeconômicas e seus problemas.


Por conseguinte, do mesmo modo como no "século XVIII", a banda Plutão já foi planeta, denota nos versos da música, viagem perdida- "você quer ir embora de você, como se você não fosse todos os destinos possíveis"- o jovem com ânsia de viver, exalando o seu sentimento de vazio, na busca dos seus prazeres efêmeros , associados a pressa do cotidiano, fazem parte das características das patologias de hoje. Todavia, as pessoas escondem esses desequilíbrios por consequências de um preconceito implícito sobre compartilhar do que se passa no seu interior, provocando mortes como o suicídio que chegam a 9,6% do corpo social no Brasil, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Além disso, projetos para combaterem têm sido feito, como o setembro amarelo (suicídio) e a criação de cadernos de assistências básicas, que ajudam em momentos de crises, contudo não é tão divulgado, o que restringe este auxilio.


Portanto, como forma de sanar esta problemática hereditária do "mal do século", é mister que a Associação Brasileira de Saúde Mental em parceria com o estado e o corpo midiático, por meio de verbas governamentais, devem criar propagandas que instiguem o rompimento do tabu, colocando em pauta o assunto abertamente, e aumentando a divulgação, através de rádio e internet, dos cadernos de assistências; também os distribuindo nas instituições de ensino e saúde, com a finalidade de conceder a voz a esse povo reprimido socialmente, com o intuito de trazer uma salvação que tem como contentamento a resiliência, então rompendo a "bolha de pressão".


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