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"Skam", série norueguesa, na sua última temporada retrata um dilema vivido pelo protagonista adolescente Isak: a escolha da opção sexual. Fora da ficção, isso faz parte da sociedade contemporânea, em que os jovens passam por um longo processo de redescobertas e autoaceitação da opção sexual escolhida. Nesse sentido, é válido salientar que mediante o tradicionalismo familiar e o posicionamento homofóbico, muitos são vítimas de agressões físicas e psicológicas; logo, medidas devem ser tomadas para combater tal impasse. Primordialmente, cabe ressaltar como impulsionador do problema, o conservadorismo atrelado à maioria das famílias brasileiras. Em contrapartida, a música "I want to break Free" da banda Queen, aborda o anseio por liberdade, para se relacionar com quem se ama indiferente do gênero. No entanto, a sociedade aprisiona e oprime os LGBTS (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgêneros), o que é contraditório numa sociedade que se diz igualitária. Ademais, a violência praticada pelos homofóbicos implica no agravamento da problemática. Segundo o ex-coordenador da Diretoria de Promoção dos Direitos LGBT, do Ministério dos Direitos Humanos; após fazer um levantamento das denúncias, afirmou que a cada 16 horas no Brasil, alguém é vítima de homofobia. Nessa perspectiva, a proporção que o preconceito se dissemina pelo país é preocupante e exige mais atenção do governo. Outrossim, a religião cristã é usada como apoio nas práticas homofóbicas; já que segundo a Palavra , as vítimas devem ser repudiadas pela sociedade. Contudo, o cristianismo prega o amor ao próximo e não a propagação do ódio entre as pessoas. Percebe-se, portanto, que a homofobia está alicerçada a argumentos pouco convincentes de sua prática. Enfim, pode-se concluir que a sexualidade é um assunto que precisa ser mais discutido no país. Para isso, as instituições de educação de ensino médio devem abordar o assunto dentro da grade curricular, por meio de palestras e seminários, com distribuição de cartilhas sobre o que se trata sexualidade. Também, é pertinente que as mídias divulguem a temática sexual, por intermédio de programações (novelas, filmes e documentários), com apoio governamental. Espera-se, com isso, combater a homofobia e o receio da abordagem do tema na sociedade; assim como ocorreu na série Skam, em que o protagonista combate o próprio preconceito contra sua orientação sexual.
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