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O autismo é um transtorno neuroppsiquiatrico que acarreta dificuldades comportamentais e socias para um indivíduo. No Brasil há a estimativa de que quase dois milhões de pessoas possuam essa síndrome. Apesar de ser um dado preocupante, o país ainda não está preparado para incluir os portadores da doença em sua sociedade. Isso se dá pela escassa transmissão de informações e o déficit dos profissionais da saúde e da educação especializados


Em primeira análise, é válido ressaltar a necessidade de obter conhecimento sobre o problema, para assim poder lidar com ele. Apesar de existir uma data específica para a conscientização sobre autismo, o Brasil ainda possui dificuldade em obter eficácia na campanha, seja pela pouca divulgação ou pela baixa compreensão da população. Esse último quesito pode ocorrer, pois o transtorno tem vários níveis que vão de introspectividade, hiperativade até genialidade. Dessa forma, pode ser confundido com outros distúrbios psicológicos e até mesmo ser estereotipado, o que pode gerar preconceitos. A partir disso a vida social do portador fica prejudicada além dos próprios obstáculos da doença.


Além disso, apesar de existir a lei que garante o acesso à saúde e à educação, a escassez de especialistas nessas áreas agrava a possibilidade de inclusão do autista.Segundo Organização Mundial da Saúde, um dado negativo, desencadeado a partir disso, é que o Brasil, em relação aos Estados Unidos, diagnostica o autismo tardiamente. Como a síndrome é desencadeada na infância, o diagnóstico precoce é de grande relevância para o melhor tratamento. Ademais, a existência de professores aptos para atender esse público auxilia a não exclusão dele da sociedade. Então, a deficiencia de profissionais capacitados é uma barreira para o exercício dos direitos e para o desenvolvimento do indivíduo.


Sendo assim, o país precisa atravessar tais obstáculos para incluir adequadamente o autista. Portanto, é necessário que o Ministérios da Saúde atrelado ao Ministério da Educação viabilizem propagandas que abordem o tema, explicando os sintomas e os tratamentos, a fim de conscientizar a população. Além de criar cursos voltados para a especialização de profissionais, com o objetivo de ampliar o número de especialistas no país. Dessa forma, o país será mais inclusivo.

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