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Na Idade Antiga, as civilizações egípcias e mesopotâmicas eram extremamente dependentes das práticas relacionadas ao setor primário da economia, ou seja, plantações agrícolas preservadas por construções bloqueadoras dos efeitos externos. No entanto, hodiernamente, no Brasil, a agricultura é um dos setores que sustenta e mobiliza a economia nacional e essa está comprometida e vunerável à mudanças climáticas. Sob esse viés, é preciso uma reflexão embasada não só no que tange aos problemas econômicos e sociais que poderiam ocasionar a curto e a logo prazo na esfera social brasileira com os efeitos das mudanças climáticas, mas também a respeito da ação antrópica que intensifica os problemas ambientais.

Em primeira análise, é importante ressaltar que desde da República Velha, o Brasil tornou-se um grande agroexportador. Nesse sentido, é evidente que há preocupações sociais a respeito desse setor, tendo em vista que as mudanças climáticas aflinge desde da família que exerce a agricultura de subsistência até os grandes agronegociante. Dessa maneira, entre outros fatores, esse impasse climático intensificará o índice de indivíduos que passar fome, visto que os preços dos produtos aumentaram, simultaneamente, com a escassez desses e a economia nacional será, gradativamente, reduzida.

Outrossim, percebe-se que a falta de senso socioamiental da população impulsiona os problemas supracitados. nessa perspectiva, consoante às convicções do ambientalista Paul Watson, a inteligência é a habilidade que as espécies têm para viver em harmonia com o meio ambiente. Ademais, esse ideal é constatado na teoria e não desejavelmente na prática, haja vista que a natureza se comporta como um organismo vivo, sendo esse um pretexto para explicar as mudanças climáticas como uma reação gerada a partir dos problemas sociambientais causados pelo homem.

Em suma, urge, portanto, analisar tais impasses intrínsecos à sociedade. Logo, cabe ao Governo Federal, com auxílio do Ministério do Meio Ambiente, buscar alianças internanionais que visem criar medidas para evitar e mitigar, de maneira eficiente e rígida, a ação antrópica sobre o meio ambiente a fim de amenizar a intensificação dos problemas climáticos em escala global e, principalmente, evitar no âmbito nacional colapsos sociais e econômicos a respeito da agricultura. Além disso, o Estado deve investir em outros setores para suprir e se previnir de uma possível depressão socioeconômica se houver uma mudança climática drástica, bem como as medidas já feitas pelas sociedade antigas.
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