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Consoante ao poeta Cazuza, "Eu vejo futuro repetir o passado", as "fake news" não é um problema atual. Desde a Segunda Guerra Mundial essa vicissitude é realidade, as dificuldades persistem, seja pela velocidade das informações principalmente na internet ou pela falta de interesse por parte da população e busca de conhecimento verídico.
Convém ressaltar, a princípio, que a rapidez com que as informações são difundidas é fator determinante para a persistência do problema. A disseminação de notícias falsas pode ter caráter político, social ou cultural. Um exemplo de "fake news" em ambiente de estratégia política ocorreu na década de 1940 em que Adolf Hitler usou de propagandas falsas para valorizar sua imagem antissemita, o que deu certo.
Outro ponto relevante é a ausência de uma educação digital efetiva em que não há um comportamento adequado por parte da população em ambientes virtuais. Outrossim, o que grande parte da sociedade não sabe é que além de ser anti-ético, espalhar inverdades é inconstitucional e fere o direito à informação que todo cidadão possui.
Diante dos fatos supracitados, fica evidente, portanto, o uso de medidas que resolvam este impasse. Cabe, então, ao poder legislativo a criação de leis que fiscalizem e penalizem disseminadores de notícias falsas a fim de reduzi-las periodicamente. Faz-se necessário, também, que escolas promovam uma educação digital por meio de projetos e palestras em prol de possibilitar ao aluno uma melhor convivência no âmbito virtual, uma vez que através da educação serão formados cidadãos conscientes e melhor preparados para um convívio na era da informação. Desse modo, o futuro não irá repetir passado.
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