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Na antiguidade, os bebês nasciam por mãos de parteiras. Ter acesso a cuidados médicos e exames sobre a saúde do conjunto mãe e bebê era regalia para poucas. Atualmente, graças ao avanço da medicina e sistemas como o SUS, vê-se um grande contraste com o passado. Contudo, ainda há que melhorar, principalmente quando se pensa em saúde da mulher.
Primariamente, é preciso observar a questão do atendimento durante a gestação. O Pré-natal é direito de toda gestante. Porém, há poucos investimentos e o SUS possui uma grande demanda. Assim, os atendimentos passam a ser realizados por médicos que não são especializados, consequentemente, muitas anomalias demoram para ser diagnosticadas. Um exemplo, é a depressão pós-parto, que, segundo a OMS, afeta 25% das mães. Esta, se fosse diagnosticada durante o pré-natal, tornaria o tratamento mais eficiente.
Outro grande empasse é relacionado ao parto. O Brasil é um dos países que mais realiza cesarianas. A cirurgia, muitas vezes, é feita sem necessidade, causando riscos à saúde da mãe e do bebê. Outro problema é a violência obstétrica. Uma reportagem feita pelo Jornal da Record, mostra as inúmeras atrocidades cometidas pelas equipes médicas. Estima- se que 25% das mães já foram afetadas por essa triste realidade.
Fica claro, portanto, que o Brasil precisa de melhorias na saúde das gestantes. O governo, juntamente com o Ministério da Saúde, deve construir postos específicos para o atendimento das grávidas, com médicos ginecologistas e obstetras, para que haja um acompanhamento de qualidade. Deve-se também, fazer uma delegacia especializada, para que, com o apoio da sociedade e da mídia, mulheres possam denunciar casos de violência no parto. Assim, a maternidade continuará sendo um momento perfeito, para todas as futuras mães.
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