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Tema livre

Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando observam-se as formas educacionais de lidar com a morte no Brasil, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país. Nesse contexto, torna-se clara a insuficiência de estrutura especializada no acompanhamento desse público que não sabe ter equilíbrio com a morte, bem como o entendimento acerca do papel social desse arranjo.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Isso, se reflete nos escassos investimentos governamentais em qualificação profissional, em melhor suporte de diálogo com os cidadãos que tem problemas com a morte, e em procurar uma psicologa para que haja melhora e quebrar essas barreiras. Segundo o G1, o percentual de pessoas que a depressão se manifesta na hora da morte de alguma pessoa querida, é de 37%, número alto que deve causar preocupação para diminuir esses quadros para um ambiente educandário por parte das fiscalizações especializadas para esses tipos de casos dentro da nação brasileira.
Outro ponto relevante nessa temática, são as atitudes e pensamentos da sociedade que ainda é agente ativa na segregação no meio dos humanos que não sabe enfrentar a morte. Um exemplo disso, são algumas pessoas que cassoa do individuo que estar de luto, que nisso resulta o preconceito ao redor dessas pessoas dizendo que é frescura. De acordo com o historiador Nicolau Maquiavel, os preconceitos têm mais raízes que os princípios. Assim, uma mudança nos valores da sociedade é imprescindível para transpor as barreiras da construção educacional no meio das pessoas que não sabe aguentar a morte.
Diante disso, portanto, cabe ao governo, em parceria com a instituição de ensino implementar politicas públicas nas escolas, por exemplo, oferecendo capacitação aos docentes e equipes pedagógicas para implantação das ações de prevenção, orientação e formas para da apoio às pessoas que não sabe lidar com a morte, pois a escola é a principal arma do estado. Logo, a mídia através do seu potencial veiculativo, deve mostrar para a sociedade a importância de se cuidar mentalmente para que seja forte na hora da morte de um ente especial. Com isso, afirma-se a máxima de Paulo Freire, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco a sociedade muda.
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