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Revolta. Dependência narcótica. Tráfico. Na esfera hodierna vigente, há inúmeras aberturas acessíveis aos jovens no que tange a sua entrada na violência social. Durante a civilização mesopotâmica, houve a instauração do Código de Hamurabi, que apesar de consistir no julgamento e na punição de acordo com a hierarquização societária, foi um importante marco histórico por unificar o conjunto de leis comuns da época. Por conseguinte, ideias deterministas, principalmente econômicas, ainda persistem de forma intríseca na desigualdade dentro das relações atuais, o que provoca assim, afastamento de jovens vulneráveis, os quais pela privação de certos direitos em constituição e oportunidades, buscam outras formas de aceitação: status, grupos de vingança e tráfico.
Consoante o ideário aristotélico, o homem procura a sociedade como um sinônimo de anseio pela felicidade. Nessa perspectiva, cabe ressaltar a falha do Estado mediante a noção de integração e representividade do indivíduo, ou de sua classe social, no círculo convivencional brasileiro, uma vez que essa será decisiva para o sentimento de inclusão, pertencimento, e posteriormente, uma perspectiva de futuro. Desse modo, uma alternativa para conquistar os direitos básicos que a comunidade não oferece, é disponibilizada pelo acolhimento do tráfico de drogas, severamente aderido pela consequente criação de um valor de identidade quando, antes da aderência, havia a presença de situações como a de exclusão, preconceito, desestabilização pessoal, crise financeira, e principalmente, o pessimismo da ascensão a partir do trabalho decorrente da evasão escolar.
Além disso, foi iniciado o movimento cubista em 1907 por meio da pintura "les demoiselles d'avignon", de Pablo Picasso, a qual foi baseada na quebra do paradigma da arte tradicional por intermédio da compactação de vários ângulos e perspectivas em um único plano. De maneira análoga, há a importância de que todos os fatores sejam analisados, como uma falsa ideia do senso comum, a qual persiste em perpertuar de que todos atrativos que levam um jovem ao crime são baseados de modo decisivo na desestrutura familiar. Entretanto, visto que há uma abundante dificuldade para o ingresso juvenil no mercado de trabalho pela procura dos empregadores por pessoas experientes, essa se mostra verdadeiramente como um fator que pode ser crucial e decisivo quando somado a outros quesitos. Tal fato advém da necessidade de crescimento e lucros visado pela endrenagem capitalista, que muitas vezes, subjuga a juventude, o que facilita assim, não só em criações de grupos de vândalos revoltosos subsequente da vivência com a injustiça, como também aproximação com a criminalidade fomentada pelo desejo de ascensão social que o status e o dinheiro fácil proporciona.
Infere-se, portanto, a indispensabilidade de uma transformação da mentalidade ultrapassada no Brasil. Diante do exposto, é irrefutável uma ação conjunta entre Ministério da Educação e o Ministério da Segurança Pública, persistindo no direcionamento de dividendos para o sustento e criação de novos projetos efetivados pelo Legilativo e Executivo os quais devem viabilizar interação de crianças e jovens de regiões periféricas incluídos em atividades culturais e educacionais durante o período livre, afim de que assim, oportunidades sejam levadas afastando-os da criminalidade. Ademais, é preciso que o Ministério do Trabalho crie incentivos à adoção de propagandas em horários nobres na televisão e em redes sociais, como Facebook, a respeito da importância da entrada juvenil em empregos, além de que o Estado crie incentivos fiscais para empresas que atendam uma determinada meta de trabalhadores em faixa etária referente aos jovens, para que assim, aumente a presença desses na mão-de-obra brasileira e estabilize a vida financeira diminuindo os riscos da entrada no crime.
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