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Tema: O novo conceito de família no século XXI
Sob o viés constitucional, a Magna Carta promove o bem-estar de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo e quaisquer formas de discriminação. No entanto, em relação ao novo conceito de família, percebe-que que essa garantia não é efetivamente colocada em prática pela sociedade, visto o repúdio existente com as relações interpessoais entre homossexuais. Dessa forma, vale ressaltar o preconceito e a exclusão das pessoas que vivem nessa nova conjuntura, os quais causam conflitos sociais que necessitam ser amenizados.
Em primeiro plano, o preconceito enraizado no atual cenário brasileiro é um fator preponderante para a não aceitação do novo conceito familiar. Nesse contexto, o patriarcalismo foi promissor para uma visão estereotipada, na qual a constituição familiar deveria ser a união matrimonial de um homem com uma mulher, sem exceções. Nessa contexto, quaisquer outras formas de união civil eram repudiadas para sociedade, vistas como "aberrações" e excluída das relações consideradas "normais"- heteroxessuai0000 Desse modo, hodiernamente, apesar de existir Leis permitindo tanto o "casamento Civil" por novas conjunturas- homossexuais- quando à adoção de crianças, ainda é nítida o preconceito por parte da população, sendo necessário medidas para garantir a integração social de todos aqueles que desejam manifestar suas relações afetivas.
Em segundo plano, consequentemente ao preconceito, à exclusão de homoafetivos cresce constantemente no país. Nesse ínterim, conforme defende o sociólogo Pierre Bourdieu, a sociedade incorpora estruturas sociais que são impostas a sua realidade. Nessa óptica, após incorporar, os indivíduos naturalizam comportamentos errôneas, como o ato de excluir do tecido social os cidadãos que têm relações gays. Assim, segundo a comissão de Diversidade Sexual, o repúdio ao matrimônio homoafetivo cresce cerca de 20% anualmente. Logo, é notório que muitas pessoas preferem excluir esses indivíduos em vez de mudar suas visões estereotipadas e lutar para aumentar a igualdade entre todos, a qual por não ser posta em prática fere os Direitos Humanos e todo o corpo social.
Diante do exposto, urge com que o promulgado pela Constituição seja efetivamente posto em prática. Em razão disso, o Governo, por intermédio dos Ministérios de Desenvolvimento Social e da Educação, deve desenvolver oficinas recreativas em centros educacionais de ensino e em praças públicas, com palestras sobre as novas formas de constituir família, focando em mostrar a normalidade entre as relações homossexuais, com o objetivo de acabar com a visão patriotista- preconceituosa- e instigar o respeito entre todos. Ademais, nessas mesmas oficinas, deve-se propiciar o diálogo entre esses grupos, a fim de incluir efetivamente esse novo conceito. Desse modo, colocando essas medidas em prática, a sociedade será protagonista de sua própria história de interação social.
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