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A fome é um dos terríveis fatores que acometem um país em desenvolvimento. Nesse sentido, o crescimento do Brasil é heterogêneo0000 a desigualdade socioeconômica é a maior evidência desse processo. A má distribuição de riquezas, que fundamentalmente causa a desigualdade, e as políticas assistencialistas que atuam na permanência da situação de pobreza e miséria de muitos no país.

 Segundo Gandhi, a natureza produz o suficiente para toda a carência individual, e se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não haveria fome. Destarte num país com tamanha abundância de riquezas naturais como o Brasil, e com uma das maiores produções agropecuárias do planeta, é evidente que existe a má distribuição desses recursos, e esse fato é o maior causador de diversos problemas sociais, e entre eles, a fome. Como legalmente se torna difícil a redistribuição de bens privados, mesmo que concentrados e em desuso, vê-se alternativa na reorganização das questões periféricas as riquezas, como os tributos, que por sinal são extremamente desiguais em sua aplicação.

Não obstante, as famosas políticas assistencialistas ineficientes perpetuam o ciclo vicioso da miséria. Como dito por Paulo Freire, as políticas assistencialistas não são auxílio algum  ao pobre na sua situação de heteronomia e não oferecem independência alguma, aliás são instrumentos perpetuadores da condição exploradora. Corriqueiramente incentivadas por pura campanha e aumento de curral eleitoral, não se caracterizam como soluçoes em si, sim como  maquiadoras do real problema. Dessa forma, tais políticas devem ser revisadas, senão abolidas em detrimento de outros investimentos.

Em suma, medidas Estatais são necessárias para combater a fome no Brasil. A relativização dos impostos promovida pelo Ministério da Fazenda, por meio de reformas tributárias tornando o tributo proporcional à renda é um bom caminho a se seguir para a redução da desigualdade socioeconômica. Além disso, o fim das políticas assistencialistas, diminuindo a heteronomia da população e a dependência eleitoral, e seu investimento revertido no Ministério da Educação, com a criação de escolas de pequeno e médio porte nas regiões onde se encontra o menor nível de escolarização, visando preparar e educar a população, é também uma solução para uma maior prosperidade econômica. Como resultado uma população menos pobre ganha autonomia para sua subsistência e fuga da miséria.
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