O CUPOM VOUPASSAR35 É VÁLIDO POR: dias horas minutos segundos

Tema livre

A era da "fake news"
A medida que os avanços tecnológicos vão sendo implementados no cotidiano da população, maior é o número de pessoas que as descobertas vão abrangendo. A era digital em que se vive, no entanto, trás diversos percalços, que muitas vezes passam despercebidos em primeira instância, como as "fake news". As "fake news" são notícias falsas publicadas com um objetivo final. Dois casos comuns são as relacionadas a ideais e as voltadas para o malefício do próximo. De maneira geral, ambas as práticas fogem à ética mais facilmente pelo distanciamento físico.
Em maior escala, têm-se as "fake news" tanto direcionadas a determinados grupos ou indivíduos com o intuito de atingi-los negativamente, quanto as que propagam uma ideologia preconizada pelo autor, prejudicando as contrárias . Tais processos vão necessariamente originando-se do mesmo princípio, mas possuem o mesmo resultado, rejeitando a aceitação de relatividade e diversidade, como prega, de maneira análoga, Sócrates em seu método socrático. A teoria parte da citação "só sei que nada sei", internalizando diferentes visões de mundo, sem verdades imutáveis.
Em menor escala, há os indivíduos, os quais regidos por alguma forte emoção, afetam desfavoravelmente outros dentro de seu meio de convivência. O filósofo Thomas Hobbes descreve que "o homem é o lobo do homem", que relaciona-se diretamente com a circunstância em questão, uma vez que o próprio humano prejudica a um igual, muitas vezes sem o devido fundamento. Um exemplo seria o compartilhamento de atributos nocivos falsos a respeito de um indivíduo para que o mesmo seja prejudicado seja em seu meio social, seja em seu meio formal.
Em síntese, as conjunturas, em sua totalidade, levam ao benefício única e exclusivamente do atuante da notícia, seja no contexto competitivo, seja no contexto de ações puramente danosas. Para evitar tais ocorrências, o Estado poderia implementar uma propaganda nos aparelhos eletrônicos estimulando a população a tomar ciência da veracidade de informações recebidas antes de repassá-las. Além da efetivação das advertências por parte do poder público, os próprios indivíduos da sociedade, que estão conscientes de como agir, poderiam alertar aos que participam de seu círculo social. Dessa forma, gradativamente as "fake news" perderiam seu poder.
Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!