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Com a primeira guerra mundial, a indústria bélica passou por grandes avanços tecnológicos e comerciais e, apesar de terem se passado 100 anos que o conflito ocorreu, o assunto "armamentos" ainda é relevante. Visto que, em um contexto de paz, o Brasil discute as regras sobre obtenção e porte de armas, a partir de um projeto de lei que propõe amenizá-las e facilitar o acesso à população. Medida que, se aprovada, será um perigo à vida dos brasileiros.
Embora autoridades afirmem a intenção de diminuir a criminalidade, o Conselho Nacional do Ministério Público divulgou que mais de 80% dos homicídios esclarecidos em São Paulo são por motivos fúteis. Além do mais, nos Estados Unidos, onde o porte de armas é legal para fins de defesa pessoal, ocorrem casos recorrentes de crianças que promovem massacres em escolas, como o de Columbine, e de brigas de trânsito que acabam em morte.
Apesar dos dados alarmantes, o projeto de lei vigora na Câmara brasileira por conta dos interesses monetários, que ignoram os impactos de tal medida e consideram apenas o aumento do lucro dos fabricantes e da arrecadação de impostos com a venda. Enquanto isso, a opinião popular é manipulada e, por vezes, desconsiderada.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o problema. Cabe ao Ministério da educação, em parceria com grandes veículos de comunicação, levantar o debate e levar informação à população, por meio de propagandas de televisão e distribuição de cartilhas nas escolas, a fim de embasar a opinião das pessoas, fazendo com que a decisão tomada seja a melhor para o coletivo. Cumpre à Câmara de deputados, reavaliar o projeto de lei, com base nos estudos das estatísticas dos países que já fizeram tais mudanças, com o objetivo de tomar uma decisão que preserve os direitos humanos. Só assim haverá uma política de armamento positiva para todos
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