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O vandalismo é ação de destruir propositalmente bens públicos, históricos, culturais e até serviços de transporte. Desse modo, essa prática tenta demonstrar a revolta de um grupo quanto algo, embora ultrapasse os direitos constitucionais de outro cidadão. Nesse contexto, então, deve-se analisar as relações de poder que resultam nesses atos, bem como a leis que pretendem punir os vândalos.
Em primeiro lugar, percebe-se que a destruição proposital parte de uma intenção de manifestar que o grupo responsável almeja poder. Este, que está presente em qualquer viés da vida, é interpretado por Foucault como a base de todas as relações. Isso acontece porque há uma intolerância em viver em sociedade com variedade de pensamentos e culturas, assim, destruir os bens que pertencem aos outros é visto como uma forma de reter atenção para sua ideologia. Por consequência, em 2015, fora visto nas manifestações políticas grupos mais exaltados que levantaram fogo em ônibus como forma de ganhar visibilidade nacional.
Ademais, o vandalismo é crime, por isso há leis que punem os malfeitores e preservam a Constituição da República Federativa do Brasil, que em seu artigo 3° faz a manutenção do bem de todos. No Brasil hodierno, entretanto, observa-se que na prática a destruição persiste e a lei não é bem usada, no sentido que há uma alta impunidade ao criminoso. Um exemplo recente, segundo o Portal Estadão, são 7 casos repentinos de quebra de painéis de vidro da Universidade de São Paulo (USP) em menos de 3 meses neste ano (2018) ? embora a polícia esteja investigando, o mesmo caso aconteceu com uma alta frequência. Por tanto, como pensa Hobbes, o contrato social deve agir para o homem não se autodestruir: neste caso, aumentar o cerco contra vândalos é preciso para gerar uma resistência a esses movimentos criminosos.
É necessário, descarte, a participação de todos para a preservação da harmonia dos direitos humanos. Cabe, então, a mídia disseminar ainda mais o uso do disque denúncia na população, por meios de campanhas televisivas e virtuais que demonstrem que a omissão dela na fiscalização a torna cúmplice de algo que a destrói. Assim, a sociedade irá facilitar a polícia atuar com rapidez em identificar os atores do crime. Além disso, a Câmara de Deputados deve deve promulgar punições que atinjam os malfeitos proporcionalmente às suas destruições, de modo que eles realizem trabalho comunitário para reverter os danos. Assim, se for reincidente o tempo de trabalho devem ser aumentado e, assim, serão incentivados a respeitar q sociedade. Quem sabe assim será possível relações menos abusivas na sociedade brasileira.
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