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A globalização trouxe consigo uma maior aproximação dos indivíduos que compõem uma sociedade, seja por meio das redes sociais ou por novas tecnologias. No Brasil, muitas escolas já possuem aparelhos eletrônicos que facilitam a interação entre professor-aluno, no entanto, não possui estrutura para algo mais simples: educar deficientes auditivos. Tal fator está relacionado não só pela falta de profissionais capacitados, mas também pelo pouco conhecimento da Linguagem brasileira de sinais.
Em primeira análise, o homem, segundo o filósofo Immanuel Kant, não é nada além daquilo que a educação faz dele. Assim, um indivíduo que fica à parte do processo educacional, não terá um desenvolvimento eficaz e irá se sentir, de certa forma, excluso da sociedade. Nesse sentido, a falta de educadores aptos a trabalharem com os surdos é um fator fundamental para que essa minoria não se sinta incentivada a estudar. Tal argumento pode ser comprovado pelos dados divulgados pelo INEP de que, entre os anos de 2011 e 2015, o número de deficientes auditivos decresceu de maneira considerável.
Ademais, sabe-se que a Linguagem brasileira de sinais é a segunda língua oficial do território brasileiro. Com isso, o que deveria motivar os surdos a entrarem nas escolas, acaba por coagir os mesmos, já que são poucos os que conhecem a LIBRAS. Nesse viés, por não conseguirem se comunicar com os colegas e profissionais, acabam por abandonar a instituição de ensino desde cedo e, futuramente, não conseguir um emprego ou encaixar-se adequadamente na sociedade como os outros cidadãos.
Portanto, os desafios para educar surdos no Brasil existem e devem ser combatidos. Desse modo, cabe ao Governo Federal não só implantar novas escolas especializadas na educação de tal minoria, mas também investir na capacitação de professores e profissionais de ensino que saibam lidar e ensinar os mesmos. Além disso, o Estado, por meio de uma Lei que abranja todo o território nacional, deverá incluir nas disciplinas básicas do ensino infantil e fundamental a Língua brasileira de sinais, possibilitando que, desde cedo, os jovens consigam se comunicar adequadamente com os deficientes auditivos. Por fim, o Ministério da educação em parceria com ONGs, através de palestras e eventos lúdicos, devem incentivar os surdos a ingressarem nas escolas.
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