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''É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã.'' Refletindo a música ''pais e filhos'' de Legião Urbana, é notória uma certa falta de amor em relação a doação de órgãos no Brasil. Haja vista que, a ausência de informações e questões relacionadas com o preconceito interligam-se com a problemática.
A princípio, é preciso analisar que o homem do século XXI, nutre cada vez mais em suas relações o individualismo e o preconceito. Por conseguinte, a questão da doação de órgãos no Brasil, vem sendo impedidas principalmente por esses pontos, pois uma pessoa negra, ou LGBT's, por exemplo, são em muitos casos impossibilitadas de realizarem o processo, pela ocorrência da análise de perfil dos doadores.
Além dessas questões, outro fator a ser evidenciado é a omissão informacional do procedimento. Ademais, quando a família é informada sobre o todo o processo, essa adversidade passa a ser diminuta. Por isso tudo, destaca-se a morte encefálica, que em muitos âmbitos pela falta de conhecimento sobre a metodologia, o corpo é enterrado sem ao menos o esclarecimento sobre a importância dos órgãos perdidos aos familiares.
Fica claro, destarte, que a doação de órgãos no Brasil configura-se um desafio. Em suma, é dever da escola, juntamente com o Governo, por meio da incorporação dessa temática nos diversos níveis de ensino, tornando-o obrigatório, a fim de firmar o esclarecimento e o pensamento crítico para os ''futuros doadores''. Outrossim, órgãos hospitalares devem aceitar impreterivelmente doações de todos, independente de raça ou cor, a fim de atenuar o fito opressor. Assim, a música ''pais e filhos'' salvará milhares de vidas.
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