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Sabe-se que o pilar mais básico e forte de um país desenvolvido é a educação. Nesse sentido, compara-se o professor a um comunicador de conhecimentos e à peça mais fundamental para a realização de sonhos e a criação de um futuro melhor. Mas, se o educador, o qual é o estopim para o crescimento e o desenvolvimento, é agredido e desvalorizado, como pode-se ter boas perspectivas futuras acerca da nação?

No cenário vigente, percebe-se que o Brasil é um dos países mais violentos do mundo. A violência é tamanha, que nem mesmo as escolas e seus professores excluem-se das estimativas. Uma pesquisa realizada pela Apeosp mostra que nas escolas estaduais de 167 municípios de São Paulo, 44% dos professores participantes haviam sido violentados, seja verbalmente, moralmente ou mesmo fisicamente.

Dessa maneira, a pátria educadora e a educação em si veem-se no meio de um hábito social que preza violência e extremismo como formas de resolução de problemas. Isso é perceptível na estrutura sistêmica educacional fragilizada, que várias vezes põe o docente e o aluno em conflitos internos psicologicamente danosos. Portanto, cria-se tensão entre esses grupos de indivíduos, o que comprova-se pelo alarmante número de 95% dos entrevistados da Apeosp, que afirmam que o principal autor das agressões é o aluno.

Sendo essa a situação vigente, os deputados federais devem propor uma lei que crie núcleos de apoio legal e psicológico para os professores agredidos em todos os estados da federação, baseando-se em grupos como o NAP, no Rio Grande do Sul. Como disse o ilustre filósofo Immanuel Kant, "É no problema da educação que reside o segredo do aperfeiçoamento da humanidade", por conseguinte, o aperfeiçoamento deste país e de seu povo também reside em seus educadores.
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