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A série Todo mundo odeia o Chris pode ser tomada como um exemplo do bullying que ocorre nas escolas. O seriado, que conta a vida de um jovem negro estudante de uma escola predominantemente branca, mostra as ofensas, as piadinhas e até mesmo as agressões que o personagem sofria. Com isso, o programa abriu portas para a discussão sobre o assunto no Brasil, assim como para as suas motivações e seus efeitos.
As vítimas de bullying nas escolas têm um perfil, assim como os que praticam. Os agressores geralmente são indivíduos com problemas emocionais, internos e problemas de aceitação que usam do ato para ganharem poder e se sentirem mais fortes. Os alvos, por sua vez, são pessoas normalmente tímidas, com notas e comportamento excelente ou que tem características físicas marcantes. Sendo assim, os provocadores transformam esses adjetivos em piadas de cunho agressivo, ofensas diretas, ridicularizações públicas e podendo chegar a vias de fato, tornando a vida dos alvos insustentável.
Com isso, as conseguências da prática de bullying podem ser devastadoras e permanentes. Estudos realizados mostram que a maioria dos alvos apresentam dificuldades para se comunicar, falta de motivação para frequentar a escola e depressão que muitos adultos apresentam graças à traumas decorrentes da violência sofrida na infância e juventude. Além disso, em outros casos as vítimas manifestam desejo de vingança, como o caso do Massacre de Realento, ocorrido em 2011, quando um jovem, que sofria bullying, invadiu uma escola, matou doze pessoas e em seguida se matou. O acontecido teve tanta repercussão que uma lei foi homologada para tratar do bullying nas escolas, todavia a prática persiste.
Portanto, evidência se que o bullying pode ser mortal para as vítimas e precisa ser combatido. Logo, cabe ao Governo federal em parceria com o Ministério da educação tornar a fiscalização da lei anti bullying mais rígida, criando dentro das escolas órgãos responsáveis por identificar as práticas agressivas entre os alunos, combater os agressores, primeiramente com advertências e encaminhamento para profissionais da psicologia e, na persistência, com a expulsão do aluno, ademais esse órgão também deve promover aulas e palestras para conscientizar os alunos dos malefícios do bullying, a fim de, não só combater, mas também prevenir, para que assim todos os jovens tenham uma vida escolar e mental mais saudável.
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