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Tema livre

Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando observam-se as fomas educacionais para superar o analfabetismo no Brasil, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país. Nesse contexto, torna-se clara a insuficiência de estruturas especializadas no acompanhamento do público dos analfabetos, bem como o entendimento acerca do papel social desse arranjo.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Isso se reflete nos escassos investimentos governamentais em qualificação profissional, em melhor suporte de diálogo com os analfabetos em voltar a estudar para que tenham um novo conhecimento e aprendizagem. Segundo o G1, o percentual de analfabetos e os que pararam de estudar, é de 63%, número alto que deve causar preocupação para diminuir esses quadros para um ambiente educandário por parte das fiscalizações especializadas para esses tipos de casos dentro da nação brasileira.
Outro ponto relevante nessa temática, são as atitudes e pensamentos da sociedade que ainda é agente ativa na segregação no meio dos analfabetos. Um exemplo disso, são os negros com maior índice de analfabetismo que nisso resulta o preconceito ao redor dessas pessoas, porque, certamente, esses cidadãos analfabetos não teve um suporte preparados na infância. De acordo com o historiador Nicolau Maquiavel, os preconceitos têm mais raízes que os princípios. Assim, uma mudança nos valores da sociedade é imprescindível para transpor as barreiras educacional no meio dos analfabetos.
Diante disso, portanto, cabe ao governo, em parceria com a instituição de ensino, implementar políticas públicas nas escolas, por exemplo, oferecendo capacitação aos docentes e equipes pedagógicas para implementação das ações de prevenção, orientação e formas para combater o analfabetismo em todo território brasileiro, pois a escola é a principal arma do estado. Logo, a mídia através do seu potencial veiculativo, deve mostrar para ab sociedade a importância de voltar a estudar nas escolas e diminuir a taxa de porcentagem de analfabetos. Com isso, afirma-se a máxima de Paulo Freire, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco a sociedade muda sozinha.
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