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A evolução comunicativa propiciou expressivos avanços no processo informacional, bem como o aumento dos estorvos para o mesmo. Essa tese se mostra cada vez mais incontestável no mundo globalizado, haja vista que a progressão de notícias falsas e crimes cibernéticos a confirmam diariamente. Cabe, portanto, a discussão de seus efeitos.

Por um lado, impende destacar que foi parcialmente benéfica a evolução dos meios de comunicação. Isso porque, com a Revolução Informacional ocorrida na década de 90 e marcada por significativos avanços na propagação de informações, aconteceu uma maior democratização do acesso às mídias, e as notícias, antes transmitidas apenas por jornais impressos, tornaram-se acessíveis pela internet. Nesse sentido, a evolução foi útil, principalmente para a parcela menos favorecida da população, que não possuia condições de pagar pelos informes. Posto isso, constata-se o relevante progresso feito pelo avanço dos meios de comunicação.

Por outro lado, esse desenvolvimento possibilita um significante aumento dos problemas para os usuários de suas ferramentas comunicativas. Tal realidade se deve ao fato de que o uso das mídias é amplo, irrestrito e desprotegido, o que torna possível que indivíduos mal intencionados, como hackers e criadores de fake news, causem transtornos aos que delas fazem uso. Por conseguinte, esses meios de comunicação tornam-se suscetíveis a ataques cibernéticos, consoante estudos da Trend Micro Incorporated - empresa especializada em segurança virtual - que desvelam um relevante crescimento do número de crimes digitais nos últimos 3 anos, e propensos a notícias falsas, de acordo com pesquisa do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), que identificou 70% das notícias divulgadas no mundo todo como falsas.

Portanto, depreende-se mediante o exposto, que mesmo favorecendo um uso mais democrático do processo informacional e comunicativo, a temática apresenta problemas a serem combatidos. Por isso, é premente que o Estado crie uma autarquia responsável por fiscalizar e prevenir crimes virtuais, além de identificar, junto à agências de checagem de fatos, e punir criadores de fake news, através do deslocamento de verba proveniente da arrecadação tributária para a realização de tal ato, de forma a prevenir e limitar os efeitos dessa prática. Através da adoção dessas medidas, a revolução comunicativa terá suas problemáticas retificadas.
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