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tema: dst's entre jovens
Os avanços tecnológicos obtidos no século XX se estenderam além da digitalização da informação e impulsionaram diversos avanços na medicina preventiva, com o desenvolvimento de vacinas e tratamentos eficazes para múltiplas enfermidades. Em contrapartida, as doenças sexualmente transmissíveis se alastram de forma crescente, principalmente entre jovens, já que se sustentam na incompreensão da gravidade e na falta que informação que tange essa faixa etária.
Em primeira análise, é válido destacar o despreparo juvenil como um dos fatores que contribui para os alarmantes números de infectados por doenças sexualmente transmissíveis anualmente no Brasil. Isso se deve, em parte, a fragilização e encurtamento da infância, em um cenário em que as crianças possuem um contato, cada vez mais precoce, com a hiper sensualização corporal e práticas sexuais, principalmente na televisão e internet. Com isso, as primeiras experiências sexuais antecedem, muitas vezes, qualquer educação sobre o tema, seja parental ou nas escolas, que se mantiveram fixas em seus moldes morais e ultrapassadas diante da nova mentalidade que cerca as gerações atuais. Nesse cenário, é comum o início da vida sexual ainda na educação básica, em que o despreparo se reflete na fácil contração e disseminação de doenças, como o HPV e a gonorreia.
Vale ressaltar também a despreocupação acerca das DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) que acomete parte dos jovens. Isso se dá pela incompreensão da limitação das ciências da saúde, que apesar de já ter dado enormes passos no desenvolvimento de tratamentos e prevenções, ainda não possui cura para muitas enfermidades, como é o caso da aids. Além disso, a avançada ciência médica não é imune dos efeitos da Seleção Natural, descrita por Charles Darwin, que age sobre todos os seres vivos, selecionando linhagens de bactérias melhores adaptadas e resistentes aos antibióticos existentes, como espécies de bactérias causadoras da sífilis, que já infectaram seres humanos no Reino Unido, preocupando pesquisadores, segundo a Organização Mundial da Saúde.
Em vista disso, fica clara a necessidade de intervenções sociais e governamentais para resguardar a qualidade de vida dos jovens. Para isso, cabe ao Ministério da Saúde aliar-se as escola, desenvolvendo campanhas preventivas com palestras de profissionais da saúde, distribuição de material didático próprio dessa idade voltados as principais medidas profiláticas. Somado a isso, é dever da mídia, por meio dos jornais e páginas online, alertar sobre os dados de infectados por doenças sexualmente transmissíveis, bem como, divulgar acerca dos atendimentos nos postos de saúde, com informação sobre horários e dias de atendimento. Ainda, é dever do Governo Federal destinar maiores verbas a pesquisa científica que permeia essa área, assim como, criar pontos de distribuição de preservativos em pontos estratégicos das cidades. Tudo visando criar políticas públicas especificas para os jovens afim de debater o sexo seguro e preservar sua qualidade de vida.
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